sexta-feira, 29 de maio de 2009

A primeira reforma, pt. II

A reforma ainda não começou. Mas o volume do que tem para fazer aumentou. Descobrimos, na dependência de empregada, uma infiltração que vem provavelmente do banheiro da suíte. Isso requer um exame mais detalhado, pois o problema pode exigir quebra-quebra. A cozinha é original, da época da construção do apartamento - uns bons 30 anos atrás. Não está em mau estado, mas a quantidade de armários é pequena. Daí, resolvemos que uma cozinha nova não seria má idéia. Mas o piso é original: feio e não combinaria com uma cozinha branca. Bem, vamos ter que fazer o piso da cozinha. Felizmente, hoje em dia já se pode assentar um piso sobre o outro e no nosso caso isso parece ser possível. O que é bom, pois evitamos quebra-quebra, que consome tempo. Uma das paredes da cozinha, bem, essa não vai escapar. O revestimento é diferente do das demais paredes, e estranhamente igual ao dos banheiros, o que nos leva a crer que houve ali um lavabo, desmanchado a fim de se aumentar a cozinha. Por que cargas d´água o sujeito não trocou o revestimento da parede é que é o mistério. O pedreiro vai fazer o reconhecimento do local hoje, e o eletricista/bombeiro amanhã. Daí teremos uma idéia mais clara do tamanho do pepino que vamos ter que descascar. Temos uns poucos dias para tomar algumas decisões-chave. Dia 3 viajo para o Canadá, por quinze dias.

domingo, 17 de maio de 2009

Vendedores de esquina

Eles estão por toda parte. Provavelmente na maioria das grandes cidades do Brasil. Ao chegar de volta à terra brasilis, voltei a me espantar com a sua presença. A gente se acostuma. A gente acaba se acostumando. Vendem de tudo: panos de chão, frutas da época - caquis, atualmente - jornais (procuro só comprar deles) e por aí vai. Com o tempo, dá para deixar de vê-los com desconfiança. Sim, certamente eles poderiam estar roubando ou simplesmente mendigando. Mas estão ali, o dia todo, debaixo do sol, tentando voltar pra casa com algum no fim do dia. Os vendedores de jornal são sempre simpáticos. Os panos de chão são ótima qualidade e as frutas, acredite ou não, estão sempre frescas. Poucos, mas motivos mais que suficientes para me fazer desistir de fechar a janela do carro. Não me incomodam mais. Nem mesmo os que ficam distribuindo panfletos de propaganda de tudo quanto é loja e supermercado da cidade. Eles acabam sendo úteis. Pense bem nisso, antes de fechar a janela do carro ao primeiro sinal de alguém lhe oferecendo algo no cruzamento.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Aqui começa a nossa primeira reforma

Amanhã sairei para o primeiro levantamento de preços, antes de começar a pequena obra do nosso novo apertamento. Como mencionei, o apê é funcional. Como todo funcional, nunca é entregue perfeito. As coisas já foram piores. O primeiro que recebemos (à época dividiria com outros dois colegas, solteiros), estava totalmente destruído. Soubemos que a pessoa que o ocupava, ilegalmente, recebera ordem para vagar o imóvel e decidiu destruí-lo, para se vingar. Como prova da benevolência vigente então, nada aconteceu com a pessoa. Bem, lá fomos nós ver o tal apartamento, que possui uma vista muito bacana, pois fica no fim da Asa Norte. Nada inteiro sobrou. Armários destruídos a marreta, piso com tacos arrancados - até marcas de fogo achamos - louças de banheiros quebradas, pedra da pia destruída, paredes rachadas, vidros cheios de restos de sabe-se lá o quê, enfim, uma visão do inferno. Desta vez, fomos ver o imóvel com ambos os pés atrás. Para nossa surpresa, nem está em estado tão abominável. Uma reforma faz-se necessária sim, mas nada radical.
Como dá para ver pela foto acima, a sala vai requerer pouco serviço. O pior encontra-se na cozinha e nos banheiros. A cozinha pede novos gabinetes e uma troca de azulejos em uma das paredes. No geral, há poucos serviços de monta e muitos outros menores. Também não temos certeza das cores a serem utilizadas. Arandelas serão substituídas, fechaduras, tomadas e interruptores, também. Chuveiros e ventiladores de teto precisam ser instalados e válvulas de descarga consertadas. Vou mostrar capítulos dessa pequena história aqui neste espaó, à medida em que eles acontecerem. Por ora, bon weekend.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Um pequeno furacão chamado Becky Sweet Demski

Semana retrasada ela chegou por fim. Esta é a Becky, nossa Jack Rusell Terrier. Um terror em forma de filhote. Tem dois meses e adora morder o que vê pela frente. Principalmente os pêlos da minha perna e os mindinhos dos meus pés. Não vemos a hora de poder levá-la para fora, pois energia ela tem de sobra.

Coisas que odiamos fazer

Já passei por muitas mudanças na vida. E já fiz e/ou ajudei a fazer muita mudança por aí. Mudança mesmo, de carregar móveis, geladeiras, caixas cheias de tralhas e tal. As três últimas foram minhas mesmo. Internacionais. A primeira delas foi tranqüila: tinha um colchão, uma cama, um jogo de sofás e uma porrada de cds. A segunda foi mais complicada. Já casado, acumuláramos coisas e cositas más. Container de 20 pés...atolado. A terceira. Achávamos que tudo sairia bem, afinal era uma empresa holandesa de renome. Nunca deu tanta m****! Até agora não conseguimos pôr tudo em ordem - mas isso não é mais culpa dos zola ("zolandês"). Pensei: agora estamos aqui, não há por que ter pressa. Até que resolvi, em fevereiro, pedir a cessão de um apartamento funcional, pois nosso contrato de aluguel vai até setembro e nem a mais remota possibilidade de comprar nosso cafofo nesses poucos meses em vista. Pois bem. Na quinta-feira passada recebo uma chamada do pessoal que coordena a cessão dos apês perguntando se eu gostaria de ver um apartamento que acabara de vagar. YES!!!!!!!! Fumus, vimos e gostemos. Como temos esses quatro meses de aluguel ainda, poderemos fazer uma reforma básica vagarosa e mais barata. Mas...bateu aquela lembrança: vais ter que fazer outra mudança, cabra! Putsgrilo. Não, de novo, não. Da última vez que mudei de endereço na mesma cidade, a mudança foi feita numa única viagem na Kombi da Elo, amiga minha do coração. Tinha a idéia de fazer a mudança aos poucos, levando um cadinho aqui e outro ali, montando um treco cá e outro acolá. Mas estou começando a achar que meu irmão tem razão e que é melhor contratar uns cabras pra fazer o serviço de uma vez só. Desanimo só de pensar em encaixotar coisas como discos, livros e afins. Bem, a nova morada vai ser ligeiramente mais espaçosa, mas ainda temos coisas pra fazer por lá, para ficar como queremos. Não é o nosso ainda, mas pelo menos não temos prazo para deixá-lo, o que nos dá tempo de sobra para procurar com calma algo para comprar. E nesse meio tempo, fazer uma bela de uma poupança.
Em tempo, desculpem pela ausência aos poucos de vcs que lêem estas malescritas.

IBILCE: 60 anos da minha Alma Mater

Escrevi a crônica abaixo, a pedido da amiga Nilce, atual editora da revista Notícias Ibilce, por ocasião dos 60 anos do nosso querido In...