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Mostrando postagens de 2010

Eu sou...

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...o que Papai Noel deixou na meia desse cara aí embaixo.

Quem sou eu?

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Aniversário

Meu grande amigo e irmãozinho faria hoje 41 anos. Interrompo meu bloqueio e minha falta de inspiração para esta homenagem. Espero que você esteja muito bem, alemão. As saudades e a lembrança o mantém vivo para todos nós.
Show de horrores. Acho que essa é uma boa definição para as eleições deste ano. Impossível não chegar à conclusão de que não sabemos mesmo votar. Para muitos de nós, eleição é uma obrigação da qual nos desembaraçamos num domingo qualquer, com a mesma leviandade com que jogamos o osso de frango assado no lixo. Pronto, acabou. O que vem agora?Impossível não levantar o assunto Tiririca. Podemos descartá-lo como uma brincadeira de mau gosto que deu muito errado? Mais de um milhão de eleitores resolveram entrar na brincadeira e dar uma chance ao sujeito. Prefiro pensar que ele vá realmente fazer alguma coisa, que por trás da fachada galhofeira existe alguém com alguma proposta que preste. O problema é que o próprio candidato preferiu vender outra imagem. Preferiu vender a imagem do Tiririca, o cantor-palhaço, fazendo uma campanha chula e sem nada de concreto. Se a sua eleição foi um voto de protesto, minha conclusão é de que foi um voto de protesto que deu muito errado. E ainda levou com e…

Na subida do morro me contaram...

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Sim, subi o morro. Todos os dias. Especialmente no último, quando pude fazer uma trilha, a do Carteiro, saindo de Tiradentes até um mirante a cerca de 1.050 metros de altitude. Éramos um grupo pequeno, composto do guia, Vinícius, Luan, um estudante de geografia originário de São Tomé das Letras e do casal Lu e Vitor, de Beagá, além deste que vos escreve. Essa trilha leva esse nome porque as notícias da cidade eram levadas para o outro lado da serra por um mensageiro, ou carteiro. Esse infeliz acabou morto numa emboscada à época da inconfidência, pois o Visconde de Barbacena achou que ele levava notícias e instruções dos inconfidentes. Dessa trilha faz parte a calçada dos escravos, foto abaixo: Estamos subindo a calçada enquanto Vinícius dá uma de Tarzan. Aliás, vendo uma mata como essa por dentro - e aqui estamos falando da Mata Atlântica - fica realmente difícil acreditar no Tarzan, com todo aquele sistema de cipós só esperando por ele. E nem vamos lembrar do último filma da saga Indi…

A Estrada Real e a buraqueira mais real

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Andar por Tiradentes é uma desafio para as juntas de qualquer cristão. A cidade mantém o calçamento de séculos atrás. Saindo de São João del Rei há dois caminhos (fora a Maria Fumaça): pela BR 261 ou pela Estrada Real. Sim, ela ainda está lá. Versão tupiniquim da Via Appia, ela alterna trechos passáveis e trechos nos quais as suspensões e pneus dos carros são postos à prova. Meno male que a cidade seja pequena, pois é melhor andar a pé. As pedras das ruas, rústicas e sem qualquer acabamento, foram meramente enterradas e assim mesmo elas estão e ficarão. A arquitetura é aquela conhecida. Há um casario muito bem conservado e, como em Pirenópolis, Goiás, uma pousada em cada esquina. Escolhemos uma chamada Pé da Serra, que tem esta vista:
OK. A da igreja é preciso dar uma esticada no pescoço e no olho, pois essa foto foi tirada com uma lente de 300mm. A foto do alto mostra a Serra de São José em todo o seu esplendor. O pessoal da pousada nos colocou num quarto de frente para essa vista. A…

Tiradentes

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O começo foi bem. Passamos no Núcleo Bandeirante para deixar a Becky, nossa elétrica Jack Russell e seguimos, já mais de dez da manhã, rumo a Belo Horizonte. O plano era chegar em Betim, para dormir, lá pelas sete. Contávamos já com o excesso de trânsito perto de Beagá, pois era sete de setembro. Mas foi muito pior. Só fomos chegar no hotel às nove e meia depois de muito trânsito e de quase ser abalroado duas vezes, entre Contagem e Betim. Tava todo mundo muito doido nas ruas. A sinalização deficiente e as vias em péssimo estado em nada ajudaram.Hoje já foi mais tranquilo. A Fernão Dias está em ordem e em Tiradentes não dá para andar de carro...

Fazendo inveja

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Nossa amiga Kika está de passagem por Brasília. Como bons anfitriões, fizemos um passeiozinho e, claro, a coisa tem que acabar em comida. Ela queria comida típica. Num dia normal não teríamos dúvida: comida mineira, pois há ótimos restaurantes mineiros em Brasília. Como o ar estava muito quente e seco, sugeri algo mais leve. Fomos ao Peixe na Rede, especializado em pratos com filé de tilápia, como a moqueca com caju da foto. Tive que postar a foto a pedido de Kika, que quis tripudiar da irmã. Sorry, Holandesa.
Acima, riosles, quibe e bolinhos, todos feitos de tilápia.

A história do nome

Acho que vale a pena contar como cheguei ao nome Borges. É sabido que todo Fusca que se preze, tem nome. E nome de Fusca tem que ser bacana ou ter alguma história. A história do nome do Borges começou quando ainda batia por aí com o Átila, o Uno (eh, eh, sorry!). Aliás, bem lembrado, Kaká. Thanks. Anyways, estava de férias em 1997 e fui com meu pai visitar meu (finado) tio Zé, em Santa Fé do Sul, SP. Tio Zé tinha um belíssimo rancho às margens do lago da represa de Ilha Solteira, bem lá em cima. Pois bem, no primeiro dia sentamos na varanda, bebemos cerveja (eu e meu tio, meu pai já tinha parado com isso) e comemos peixe frito. Lá pelas tantas, apareceu por ali um sapo. Um sapão, que ficou embaixo do tanque de lavar roupas, só "assuntando" aqueles três humanos. Um tempo depois eu, já meio alto, olhei para aquele sapo e proclamei: "você tem cara de Borges". E Borges ficou. No dia seguinte, o sapo ainda por ali, e todo mundo chamando-o pelo nome. Alguns meses depois…

Borges is back!

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Ele é novo no blog, mas já me pertence há tempos. Depois de longa temporada no interior de São Paulo, aos cuidados do meu pai e do super mecânico Gilberto Cambão, Borges volta a Brasília. Em excelentes condições mecânicas, Borges agora aguarda para "entrar na faca". Os próximos meses serão de pequenas e constantes revoluções, até chegar ao capítulo final: o novo visual, na forma de uma pintura totalmente nova. A cor escolhida, até agora, foi o vermelho Anhambi. Essa cor faz parte da paleta original da VW para o ano de 1978. Mas isso é assunto para um post muito futuro. Esse tipo de, chamemos restauração, requer tempo, paciência e, lógico, grana. Algumas coisas são fáceis de serem encontradas na internet. Para outras, lojas locais costumam ser suficientes. Entre as pequenas coisinhas que precisam ser feitas: troca dos botões do painel, troca dos cintos de segurança, que já começaram a perder a cor e a integridade física, troca dos assentos e por aí vai. Nenhuma dessas peças i…

Música

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Este vai ser um post musical. Música nova no pedaço. Acho que já mencionei por aqui, mas tem disco novo do Pato Fu. Chama-se "Música de Brinquedo" e a idéia dos geniais mineiros foi fazer um disco utilizando instrumentos de brinquedo. Em lugar de músicas novas, grandes sucessos de fácil identificação pelo público. Apesar da associação óbvia, John e companhia acabaram fazendo um disco para adultos que poderá ser assimilado de maneira muito bacana pela criançada. Após coletar instrumentos de brinquedo adquiridos nas muitas viagens do grupo no Brasil e no exterior eles se puseram a modificá-los para que pudessem mais facilmente ter seus sons captados pelos modernos equipamentos do estúdio 128 Japs. Não vou entrar em detalhes aqui. Comprem o disco e dêem uma sapeada no link abaixo para conferir o trabalho deles. www.patofu.com.br Tem dois vídeos dos bastidores da gravação do disco que valem a pena. Outro veterano com disco novo na área é o Nasi. Depois do episódio que até hoje n…

Entrevista com JJ Cale

Ouçam entrevista de JJ Cale concedida no última dia 10 de março à rádio pública American Routes:
http://americanroutes.publicradio.org/player/playlist/24264

Ainda procrastino

Continuo procrastinando. Ainda estou devendo uma ligação telefônica pra mão do meu falecido amigo. Não sei por que não rolou ainda. Minha teoria é de que ainda não assimilei o fato por completo. É muito estranho. Mas, como rola aquela música, "the show must go on".XX--XX
Ficamos dois anos sem tirar férias. Em maio/junho, tiramos parte do atraso com aquela viagem maravilhosa a João Pessoa. Agora começou a bolação da próxima, que acontece mês que vem. Ano passado completei 40 anos. Por uma série de motivos, não comemoramos. Queria ter feito uma festa e tal, mas não rolou. Este ano vou passar meu aniversário viajando, com minha adorada melhor metade. Tiradentes é o destino escolhido e ficaremos por lá uns cinco dias. Depois desceremos para Atibaia, para encontrar uns amigos da Holanda que vão estar de férias pelo Brasil. Muitas saudades desse povo também. Foi bacana eles terem escolhido Atibaia. Na verdade, foi uma feliz coincidência, pois quando soubemos que eles viriam para …

Jean Carlo Schulz - 1969-2010

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Perdi um grande amigo, um irmãozinho. Parece que foi ontem, no meu primeiro dia de aula. Terceira série, cidade nova, escola nova. A primeira conversa foi com ele. Nascia ali nossa amizade. Éramos muito diferentes. Opostos até. Ele, extrovertido e bonachão, não tinha dificuldades em fazer amizades. Sempre de bem com a vida, não me lembro de vê-lo bravo com alguma coisa ou alguém. Com ele aprendi a andar de moto, a ouvir rock. Aprendi o que é ser amigo. Éramos melhores amigos. Assim eu o considerava. O tempo passou e a gente se separou. Mudei de estado, para estudar, mas ainda havia um certo contato. Ele nunca foi muito de escrever, não era a praia dele. Certa vez, para me sacanear, escreveu uma carta em papel higiênico. Dos mais vagabundos. Sacaneei de volta escrevendo uma em folhas soltas, fora de ordem. Finalmente, por mudanças de ritmo na vida de todos nós, por falta de atenção até, sabe Deus, perdemos contato. Isso foi lá pelos idos de 1989. Reestabelecemos um breve contato em 1994.…

Riders For Health

Existe um mundo de ONGs por aí que se dispõem a levar o que quer que esteja faltando a um lugar remoto do mundo qualquer. Uma infinidade delas tem o dedo de celebridades. Dessas, muitas são realmente honestas e não tem preocupação com outra coisa que não cumprir o objetivo a que se dispuseram.Uma dessas ONGs chama-se Riders For Health (Pilotos Pela Saúde). No início dos anos 80, um grupo de pessoas começou a levantar fundos para países pobres nos paddocks de competições motociclísticas. Numa de várias viagens à África, para verificar a utilização desse dinheiro, Barry e Andrea Coleman, juntamente com o piloto Randy Mamola, descobriram que veículos adquiridos para levar ajuda a locais mais remotos estavam parados por falta de manutenção. Em muitos casos, uma mísera peça de 3 dólares impedia que esses veículos saíssem das garagens. Locais inóspitos, áridos e de poucos recursos representavam um desafio insuperável para os veículos que para lá eram enviados. Surgiu então a Riders For Heal…

Cabô

Ontem pela manhã eu ia ao supermercado quando um sujeito que passava por mim comentou que a cidade estava vazia. E completou: "o Brasil podia perder logo, para esse povo voltar a ralar". Taí, "irmão" (foi como ele se dirigiu a mim). Hora de voltar a ralar.

Copa 2010

Você trabalha o ano todo. Economiza, pensando naquela viagem, faz planos, pesquisa roteiros. Você adquire uma câmera nova, porque vai querer registrar a viagem com circunstância. Chega o dia da viagem, você vai e...não era o que esperava. O lugar não é tão bonito, as pessoas não são agradáveis, o clima não ajudou, o vôo foi horrível. Estou assim com a copa do mundo. Toda aquela preparação, toda a ansiedade e a expectativa. E o que ganhamos? Jogos piores do que os campeonatos estaduais. Jogadores sem motivação, técnicos sem inspiração. Assistir aos jogos pela tevê hoje só encanta aqueles que podem ter canais em alta definição em casa. Futebol mesmo... Como em toda copa alguém tem sempre de inventar uma moda. Nesta, inventaram (rá, rá, rá) a tal da vuvuzela. Não é invenção nenhuma, essas irritantes cornetas existem há séculos e podem ser encontradas em qualquer campo de várzea. Tenho até a impressão de que a Federação Sul-Africana contratou metade da população só para ir aos jogos (não i…

Turning american

A tradução do título é "virando americano".Acompanho o mundo automobilístico e motociclístico há anos, através de revistas, programas de tevê, etc. Os norte-americanos sempre foram conhecidos pelo desperdício. Carros enormes, com motores enormes, para motoristas enormes. As crises de anos recentes tem feito com que os consumidores daquele país passassem por uma transformação. As fábricas de automóveis daquele país, hoje, começaram a lançar carros antes inimagináveis naquele mercado. Carros minúsculos como o Smart passaram a ser vistos com outros olhos. De desconfiança, passaram a ser vistos com admiração e cobiça. Eles finalmente entenderam que um carro não precisa ser gigantesco para ser eficiente ou confortável e que motores pequenos e econômicos são mais do que uma mera necessidade no mundo de hoje. Nós, brasileiros, estamos virando americanos, no entanto. A recente pujança econômica por que passa nosso país despertou o consumista enrustido que havia em nosso povo. Basta …

ON de novo

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Eu tinha me esquecido dele. Já fiz um post sobre o homem, sobre como ele pensa que pode dizer o que fazer com Brasília. Escrevi sobre a absurda praça da República (acho que era esse o nome), com seu ridículo obelisco de concreto que ele queria encravar no coração da cidade. Dizia que a cidade estava precisando de praças. Não as dele.Recentemente, durante nossa passagem por João Pessoa, fui lembrado de sua existência. Ao passarmos pela Cidade da Ciência e Tecnologia (acho que é esse o nome), o nosso bugueiro orgulhosamente apontou para os prédios e disse que eram obra dele. Vejam:
Parece óbvio que a "obra" é dele, não? E é óbvio simplesmente pela ausência de verde. Não falo de grama, falo de árvores. Não nego que o sujeito tenha sido um gênio no seu tempo. Hoje, infelizmente, suas obras guardam a marca registrada do gênio, mas não têm nada de genial, sendo meras reciclagens do que ele já fez por aí. Como gênio teve seu auge e deixou sua marca. Como arquiteto, parou no tempo. Dá…

Férias pra que te quero 7 - Cabô!

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Bem, a perna paraibana da viagem, pelo menos. Agora estamos só matando o tempo para irmos para o aeroporto. Acabamos deixando de fazer alguns passeios. Perdemos Areia Vermelha por causa da maré. Ontem até poderíamos ter ido a Picãozinho, mas estamos meio de saco cheio e nem um pouco a fim de passar horas a fio dentro de um barco, disputando espaço na pouco sombra disponível e ouvindo sabe-se lá que tipo de música. Não me entendam mal, música faz parte da experiência de se viajar para qualquer lugar. Mas...enche. Enfim, ficamos pela praia de Tambaú. Sim, voltando aos passeios que não fizemos, deixamos de ver também o litoral norte. Eu tinha interesse especial pelo forte. Mas não deu. Fica para a próxima. Acho que se ganhasse na mega-sena compraria algo por aqui, com certeza. Adoramos a cara de cidade pequena que a porção litorânea de João Pessoa apresenta, limpa (na maior parte) e arrumadinha. Ah, claro. Arrumadinho. Ei-lo:Essa porção, aliás, é considerada petisco. No geral achamos a c…

Férias pra que te quero 6 - Armaggedon

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Depois de uma semana na praia, cometi a besteira das besteiras. Estava nada a fim de ficar na praia, mas fomos assim mesmo. Decidi ficar na sombra, debaixo do pára-sol. Sabedor que sou de que o mormaço queima tanto ou mais que o próprio sol, achei de ficar ali calangueando sem usar protetor solar. Resultado? Ora, vermelhidão e queimaduras onde o bronzeado já estava bacana.People are really stupid, aren't they? Anyhoo, após o almoço e o soninho da tarde, pegamos duas bicicletas do hotel - se ainda não fiz a indicação, aqui vai: Hotel VerdeGreen - e nos abalamos para os lados de Cabo Branco. A prefeitura andou fazendo obras, que ainda não terminaram, pela orla. Cabo Branco e Tambaú já estão servidas por uma calçada larga e ciclovia, que fica entre a faixa de estacionamento e a calçada. Sim, há internet wi-fi em boa parte da orla. É segura e gratuita. No meio do passeio fizemos paradinha estratégica para provar, por indicação de minha amiga Gilmara, a empadinha Barnabé. Palmito, camar…

Férias pra que te quero 5 - alien vs predator

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Dia dedicado às compras. Não sei se é de conhecimento geral, mas uma das coisas que se tornaram típicas da Paraíba é o algodão colorido. Geneticamente modificado, ele já é colhido em cores variadas, que vão do beige ao verde. É possível comprar coisas muito bacanas feitas com o tal algodão. O artesanato da região, muito parecido com o de seus vizinhos nordestinos, encanta pela qualidade. Pertinho da orla fica o Mercado do Artesanato Paraibano, passeio que recomendo. O lugar foi construído especialmente para esse fim e é muito organizado, limpo e os preços são honestos. O atendimento reflete a hospitalidade paraibana.
Quanto à comida: reincidimos mais duas vezes na Palhoça do Gaúcho com o Baiano, uma vez no Bahamas (onde a carne de sol é bem servida) e em outros lugares variados. Ainda não fomos ao Mangai, mas a Casa do Bacalhau é altamente recomendável.*** Nota à parte, reparei com certa surpresa que as autoridades parecem fazer vista grossa para algumas coisas. Gente aboletada em buggi…

Férias pra que te quero 4 - A Revanche

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E aí, pipou?Recapitulando os últimos dias: ao sair para a praia na quinta-feira, fomos abordados por um bugueiro. Pensamos: "por que não?" Então, sem planejamento, aboletamo-nos num buggy verde-limão, pilotado pelo Gilson, e lá fomos nós conhecer o litoral sul. Neste passeio passamos pelo Farol do Cabo Branco, avistamos de seu mirante a Ponta do Seixas, descemos mais um pouco, passamos por Jacumã, Coqueirinho e Tambaba, entre outros.
Na praia de Coqueirinho visitamos também os cânions, formados por erosão natural, sem solução, segundo nosso guia. O lugar é surreal:
O ponto alto do passeio foi, sem dúvida, Coqueirinho. Paradisíaco, o lugar é um show. Daqueles que nos fazem querer ficar o dia todo, e ainda voltar. Uma linha de rochedos funciona como quebra-mar e o lugar vira uma enseada maravilhosa, de mar calmo e temperatura da água agradabilíssima. O local é cercado por matas e falésias. Por ali há uma fileira de barraquinhas uma do lado das outras, cada uma com suas mesas na …

Férias pra que te quero 3 - sozinhos em João Pessoa

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Reincidimos hoje e repetimos a dose de ontem. Praia - um tantinho mais à frente em Tambaú para fugir dos repentistas. Depois, barraca de praia. Os quiosques de João Pessoa (se é que se pode chamá-los de quiosques) são muito bons. Não achamos os preços abusivos e o serviço é, em geral, muito bom.Depois de tentar a barraca mais próxima e tomar uma Skol não muito gelada, descobrimos que eles não tinham macaxeira. Mrs. B. estava com desejo de comer mandioca frita. A solução foi reincidir na Palhoça do Gaúcho com o Baiano - que recomendo. Bom serviço, banheiros limpos e preços honestos. Matamos uma porção de mandioca (macaxeira) frita e uma porção de camarões no molho de coco com arroz branco e purê (vai entendê). Tudo muito bom. Nessa palhoça também tem o melhor chuveiro de praia que já vi. Por enquanto é isso. Fui.

Férias pra que te quero 2 - A Missão (não resisti)

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Segundo dia em JP. Difícil acordar cedo, uma vez que o sol sobre muuuuuuuito cedo por aqui. Lembramos imediatamente de Natal. O bom de tudo é que após horas e hors de sono, o com o sol já alto ainda eram pouco mais de seis da manhã. Nosso hotel revelou-se ser um bom business hotel, o que é ótimo. O café da manhã é muito bom.Ajeitamo-nos e saímos para a praia. Dia lindo, sol forte. Escolhemos um trecho logo após o Hotel Tambaú, onde alugamos cadeiras e um pára-sol que não parava. Vento. Vento. Desculpem o horizonte torto da foto. Meu Photoshop está no pc em casa. A água estava numa temperatura magnífica. Nem fria nem morna. Ideal. Entrei ja bem tarde depois de morgar algumas horas sob o sol e o vento. Escolhemos uma barra para comer algo. A da vez foi a Palhoça do Gaúcho com o Baiano. Serviço atencioso, preços honestos e banheiros limpissimos (!). Recomendo. A tarde será reservada para morgação na piscina do hotel, sauna e algumas comprinhas. Jantar, muito provavelmente no Mangai. Stay…

Férias pra que te quero

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Então, voltei. Mas já fui. Digo, vim. De férias.Depois de um longo e tenebroso inverno, como diria o ditado popular, voltei a estas páginas. Chega de falar de política. Pelo menos por enquanto. Estou à toa há mais de uma semana, mas sinto que só hoje minhas férias (nossas, digo) começaram. As primeiras em dois anos. Primeironas desde que voltamos ao Patropi. Escolhemos a pacata João Pessoa para o reencontro com o ócio e as praias brasileiras. Se alguém espera histórias tenebrosas de viagem de férias, fico devendo, por enquanto. Espero... Aeroporto vazio. Check-in feito com antecedência. Bagagens despachadas em poucos minutos. Pouco ou quase nenhum atraso. Tecnicamente não houve atraso, uma vez que o avião começou a taxiar no horário exato do vôo. Escala rápida no Recife e, 30 minutinhos depois, chegamos a João Pessoa. Ou John People, como venho me referindo. O aeroporto modesto, mas bem jeitoso, nos recebe com uma lufada de ar-condicionado, em contraste ao bafão quente do lado de fora. …

Panes et circensis

Está chegando aquela época, quando os homens poderosos, e aqueles que querem uma fatia desse poder, fazem qualquer coisa para chegar lá. É uma época em que todos são competentes, honestos, bem intencionados...e sem memória. Esquecem de tudo que fizeram de errado, ilegal e ruim. Promessas se renovam - assim como se renovaram há quatro anos. É, as promessas são as mesmas. E o que é mais assustador é o fato de que aqueles que deveriam se lembrar dessas promessas, delas se esqueceram completamente. Esqueceram-se justamente aqueles que acreditaram nelas, há quatro anos. São justamente aqueles que acabaram tendo que reclamar daquele mesmo governo, dos mesmos parlamentares que ajudaram a subir ao poder. O tempo faz milagres.Em ano de copa do mundo essa amnésia coletiva se agrava. Até fins de julho ninguém vai se lembrar de política. E depois vão escolher qualquer um apenas para se livrarem mais rapidamente da obrigação de ter que escolher. E eis que inicia-se um novo ciclo.
E eis que vem a l…

Arruda solto. E Roriz também.

Enquanto isso, Arruda é solto e as "otoridades" dizem que vão investigar o Roriz no caso das bezerras. Ano eleitoral, quero só ver se vai dar em alguma coisa. O sujeito já abriu escritório eleitoral. Com o PT rachado, ele tem todas as chances do mundo. Infelizmente. Voltam os revanchistas e sangue-sugas ao Buriti. Abrem-se novas fronteiras para a distribuição de lotes e a criação de novos currais eleitorais, digo, bairros, em Brasília. No ano em quem completa 50 anos, Brasília corre o sério risco de dar um passo para trás. De vários anos.

DF: e agora, José?

Já já começa tudo de novo. Estou falando da campanha política. Vão desaparecer os pilantras e em seus lugares, só homens honestos, gente de bem, trabalhadora, preocupada com o bem-estar da população que os elegerá. O termômetro é sempre o começo dos trabalhos. Será que a patota atual vai aumentar os próprios salários no fim do mandato e assim criar uma espécie de vínculo com a patota nova? Quer melhor elemento de barganha que isso? Favorzinho aqui e dá-lhe favorzinho nos próximos quatro anos. Aqui no DF vivemos a tensão da possibilidade de volta do famigerado Joaquim Roriz. O homem tem um curral eleitoral inabalável e seu gado é fiel e do tipo revanchista. O deposto Arruda até que ia bem. Seu governo realizou muita coisa e ele passava a impressão de realmente estar trabalhando direito. Mas sua política revelou ser parecidíssima com a de outro político famoso: "rouba mas faz". Como se o fato de governar direito lhe desse carta branca para as falcatruas. Os rorizistas já estã…

Tirando a poeira

Dei o primeiro passo: abri a bolsa da câmera e troquei a lente, rearranjei as coisas. Daqui a pouco vou baixar as fotos que ainda estão lá e ver o que fazer com elas. Dei uma geral no meu armário. Já é alguma coisa, não?
Vou, aos poucos, colocando ordem no barraco. As cortinas vão ser instaladas na quinta. Vai ficar faltando a persiana e as prateleiras do escritório. Pera lá, devagar. Uma vez de cada coisa. A persiana tem que ser medida, cortada, etc. Minha animação ainda não chegou lá. Mas vou ter minhas férias. Nossas, digo. John People, aqui vamos nós. Trocamos o carro. Agora quero trocar a moto, mas não acho que vá rolar, ainda. A saúde andou combalida, provavelmente efeito da longa temporada sem férias. Comecei a ler as Mil e Uma Noites. Versão traduzida para o português com prefácio de Malba Tahan. Não é a versão mais apimentada que, segundo Tahan, tem pouco ou nada a ver com a original. É uma edição em dois livros da Ediouro (aquela dos Coquetéis) e razoavelmente bem apresentad…

I'll be back

Muito trabalho, muito cansaço e falta de inspiração. Mas darei a volta por cima, people.

A praga do modelo novo

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Admiro quem não se encanta com modelo novo. De qualquer coisa, iPod, TV, computador, relógio, carro, etc. Entretanto, quantos de nós conseguem resistir ao menos ao sonho de ter aquele carro que acabou de sair, que é muito mais bonito do que o carro que dirigimos? Carro não é meu problema. Acabo de comprar um novo e não há modelo novo à vista. Pelo menos não no Brasil. Minha coceira atual é com o modelo da minha moto. A fábrica acaba de lançar o modelo 2010, muito bonito e atualizado. Pronto. Eu, que planejava, em alguns meses, trocar a minha moto por uma maior, me surpreendi fazendo contas para trocar o modelo atual pelo modelo novo. "Sai mais barato", disse para mim mesmo, mais para justificar a vontade que para me convencer do bom negócio. Pela foto, dá quase para se convencer a continuar na mesma cilindrada. A pressão psico-mercadológica é tal que sempre buscamos justificativas para a troca que, frequentemente, não se justifica. Meu equipamento de som atual nasceu como e…

Alguém revogue a lei de Murphy, please!

Pois é, acabamos decidindo ir assim mesmo. Tempo fechado, ameaçando chuva, mas com uma nesga de possibilidade de abrir aquele solão. Não abriu. Já saindo da garagem, senti os primeiros pingos. Em poucos minutos de estrada já estávamos encharcados. Bem, o asfalto estava bem molhado e isso foi o suficiente para detonar botas e pernas de calças. Eu usei uma jaqueta impermeável, mas achei desnecessário parar para colocar a calça impermeável. O resultado foi que boa parte da viagem fiz com as pernas do jeans ensopadas e sujas. A água acumulada desceu pelas meias e os pés acabaram meio gelados. Mas...lá pelo Goiás, a chuva deu um tempo. Na nossa primeira parada, numa ex-barraca de beira de estrada, hoje um belíssimo restaurante cum café, famoso na região, encontramos outros 15 motociclistas que tinham saído para aproveitar o dia de sol. Logicamente que eles não eram de Brasília...Entramos em Anápolis, cidade chamada de coração econômico de Goiás, onde se encontram, entre outras coisas, a Ba…

Planos e a lei de Murphy

Eu e um colega planejamos a semana toda sair hoje para um passeio de moto. Foz sol e um calor horrendo a semana toda. E o que acontece ontem à noite? Exatamente, começa a chover. Foi legal, pois o calor estava insuportável, mas agora nosso passeio está em cheque. Não é um passeio especial, nem nada. Apenas colocamos as motos na estrada e vamos embora. Mas meu colega não tem e nem gosta de roupa de chuva. Surge o problema. Decidiremos em 40 minutos.

Sexta-feira.

Ah, o fim-de-semana. Tanta coisa para se fazer que as idéias fervilham com as possibilidades. Tem coisas que se quer fazer por obrigação e coisas que se quer fazer por prazer. Não raro, o que acontece é que acaba-se não fazendo nada e o fim-de-semana rola chinfrim.A solução para isso seria planejamento. Mas aí, o elemento espontaneidade vai para o espaço. Cruel, não? Por exemplo: há vários fins-de-semana que planejo, entre outras coisas, instalar prateleiras e trilhos de cortinas no apartamento. Na hora H acabo fazendo qualquer outra coisa que não estava programado e a coisa toda vai morro abaixo. Quando me dou por conta, é segunda-feira. Nem me lembro mais quando foi a última vez que saí com o firme propósito de fotografar. A última vez que minha câmera viu a luz do sol foi no início de dezembro, em Taiwan. Aí eu culpo a falta de inspiração. Ok, pode-se dizer que parte é culpa da falta de inspiração, mas o restante é acomodação mesmo. Acontece também de ter tanta coisa para fazer que …

Fotografia: arte na era digital

O título deste post guarda dois assuntos: fotografia e arte, e fotografia na era digital. Vira e mexe alguém publica algum artigo discutindo a velha questão "fotografia pode ser considerada arte?". Há não muito tempo li um artigo numa tradicional revista de fotografia brasileira que tratava do tema. Texto absolutamente chato, com longas considerações de gente da área falando uma tonelada de baboseiras, citando filósofos e críticos de arte de hoje e de ontem. Enfim, um horror. Ainda me surpreendo com a quantidade de gente que perde tempo discutindo essa questão. Meu ponto de vista é muito mais simples: se um sujeito, considerado "artista", pode fazer uma "obra" na qual ele empilha tijolos, expõe no MASP dizendo que aquilo simboliza, sei lá, todas as possíveis interações do ser humano, e ainda põe o monte de argila assada à venda por milhares de reais e isso ser considerado arte (ok, moderna, vá lá), então digo com toda a certeza que sim, fotografia é arte.…

Nada

Estou meio que em compasso de espera. O ano começou agitado. Tragédia em Angra. Tragédia no Haiti (Taiti, para algumas "celebridades" brasileiras que deviam ser proibidas de twitar). Ataques suicidas em Kabul e no Iraque. Where is the next one coming from?Minha falta de inspiração continua a me assolar. Vergonhoso, verdade. Decidi muito pouca coisa para este ano. Férias: a única certeza. E a troca do carro, claro. Aliás, depois de anos acompanhando o mercado no exterior, passei o último ano acompanhando o mercado brasileiro. Temos coisas boas, verdade, mas nosso mercado é ingrato para quem já morou lá fora. A prática de manter carros antiquados em linha (porque vendem bem, assim dizem as fábricas) é no mínimo desalentadora. Algumas marcas têm dois ou três modelos disputando o mesmo público-alvo, com um carro mais ou menos novo, um mais velho e outro jurássico. Havíamos escolhido três modelos para ajudar na decisão. O primeiro foi descartado porque a fábrica vai mexer nele. M…

Haiti

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A pergunta que muitos estão se fazendo esses dias é: como é que pode um povo tão sofrido, continuar a sofrer tanto? Catástrofe atrás de catástrofe. A mobilização humanitária foi imediata e geral. Sou testemunha do esforço que o Brasil, como líder da missão de paz naquele país, empreendeu. Nossa Embaixada em Porto Príncipe foi atingida, sem vítimas. A sede da missão de paz, no entanto, não teve tanta sorte. Até agora 14 militares já tiveram suas mortes confirmadas. O Brasil tem um efetivo na região de cerca de 1300 homens. Segundo informações, o número dois da MINUSTAH, o diplomata brasileiro Luiz Carlos da Costa, estaria entre os mortos da missão de paz. A situação no país é gravíssima, mas a ajuda não tardou. O Brasil enviou, além de homens para auxiliar nos trabalhos de resgate, equipamentos de potabilização de água, alimentos e remédios. O dia todo de ontem foi de muito trabalho para minha divisão. Logo cedo recebemos um grupo de 20 bombeiros militares que foram receber, em caráter e…

Ano novo, cara nova

Por falta de inspiração, resolvi dar uma repaginada no Peri. Vou desenterrar minhas câmeras e logo logo postarei algo novo por aqui. Meu fotocoiso anda igualmente abandonado. Tá rolando um desânimo que não é normal. Gotta shake it off.

2010 e mais música

Falei num post anterior sobre o DVD da Fernanda Takai. Então aqui vão algumas considerações sobre ele: se outros artistas brasileiros resolvessem fazer um show tão bacan, simpático e bem arranjado como esse, o cenário musical brasileiro seria realmente show.A direção musical de John Ulhoa - cujos talentos foram mais do que comprovados pela carreira do Pato Fu - aliada aos arranjos minimalistas e elegantes (vou usar muito essa palavra aqui) de Lulu Camargo dão o toque absolutamente charmoso ao set list muito bem escolhido. Calcado, evidentemente, no disco gravado por Fernanda em homenagem a Nara Leão, mas com uma boa série de surpresas. O que mais chama a atenção é o fato de que o show foi muito bem ensaiado, as músicas estão sendo tocadas sem o menor esforço pela excelente banda, composta dele, John nas guitarras, violões e teclados, de Lulu Camargo nos teclados, Thiago Braga no baixo e violão e a bela Mariá Portugal, cuja bateria simples e elegante e vocais que complementam lindament…

2010

Feliz ano novo, blá, blá, blá.
Você fez resoluções de ano novo? Nada mais inútil, não? Não conheço uma só pessoa que as tenha feito e conseguiu atingir os objetivos.
Nossas resoluções limitaram-se a pôr o apartamento em ordem, de uma vez por todas, além de outras providências menores que, por uma razão ou outra, deixaram de ser tomadas no ano passado. Decidi prestar concurso. Tardiamente, pois as primeiras provas acontecerão em fins de fevereiro. 66 vagas. Not a chance. Mas decidi prestar assim mesmo. Investi em apostilas e estou vagarosamente tentando achar o ritmo de estudo. Falta saco.
Decidimos trocar o carro. Escolhi 3 modelos. Já risquei um da lista, pois a versão que me interessa só é vendida no modelo velho - coisas de Brasil. Estou para riscar o outro, pois os opcionais que me interessam são caros e o seguro também. Ainda resta a opção de adquirir esse modelo semi-novo. O terceiro modelo...há rumores de uma reestilização este ano. Se compro o modelo atual, ele pode de desvaloriz…