domingo, 29 de agosto de 2010

Fazendo inveja


Nossa amiga Kika está de passagem por Brasília. Como bons anfitriões, fizemos um passeiozinho e, claro, a coisa tem que acabar em comida. Ela queria comida típica. Num dia normal não teríamos dúvida: comida mineira, pois há ótimos restaurantes mineiros em Brasília. Como o ar estava muito quente e seco, sugeri algo mais leve. Fomos ao Peixe na Rede, especializado em pratos com filé de tilápia, como a moqueca com caju da foto. Tive que postar a foto a pedido de Kika, que quis tripudiar da irmã. Sorry, Holandesa.
Acima, riosles, quibe e bolinhos, todos feitos de tilápia.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

A história do nome

Acho que vale a pena contar como cheguei ao nome Borges.
É sabido que todo Fusca que se preze, tem nome. E nome de Fusca tem que ser bacana ou ter alguma história. A história do nome do Borges começou quando ainda batia por aí com o Átila, o Uno (eh, eh, sorry!). Aliás, bem lembrado, Kaká. Thanks. Anyways, estava de férias em 1997 e fui com meu pai visitar meu (finado) tio Zé, em Santa Fé do Sul, SP. Tio Zé tinha um belíssimo rancho às margens do lago da represa de Ilha Solteira, bem lá em cima.
Pois bem, no primeiro dia sentamos na varanda, bebemos cerveja (eu e meu tio, meu pai já tinha parado com isso) e comemos peixe frito. Lá pelas tantas, apareceu por ali um sapo. Um sapão, que ficou embaixo do tanque de lavar roupas, só "assuntando" aqueles três humanos. Um tempo depois eu, já meio alto, olhei para aquele sapo e proclamei: "você tem cara de Borges". E Borges ficou. No dia seguinte, o sapo ainda por ali, e todo mundo chamando-o pelo nome.
Alguns meses depois, tive que vender o Átila e providenciei a aquisição do Fusca. Meu pai e meu tio me ajudaram na tarefa, localizando o veículo no interior de São Paulo. E lá fui eu, buscar o VW 1300L Sedan (nome oficial da coisa). Pois bem, ao chegar de volta a Brasília comecei a bolar um nome. Tinha que ser bacana ou ter uma história, lógico.
Já quase desistindo, pensei: "o bicho parece um sapo, né? Sapo? Uôu, BORGES!"
There you have it.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Borges is back!

Ele é novo no blog, mas já me pertence há tempos. Depois de longa temporada no interior de São Paulo, aos cuidados do meu pai e do super mecânico Gilberto Cambão, Borges volta a Brasília. Em excelentes condições mecânicas, Borges agora aguarda para "entrar na faca". Os próximos meses serão de pequenas e constantes revoluções, até chegar ao capítulo final: o novo visual, na forma de uma pintura totalmente nova. A cor escolhida, até agora, foi o vermelho Anhambi. Essa cor faz parte da paleta original da VW para o ano de 1978. Mas isso é assunto para um post muito futuro. Esse tipo de, chamemos restauração, requer tempo, paciência e, lógico, grana. Algumas coisas são fáceis de serem encontradas na internet. Para outras, lojas locais costumam ser suficientes. Entre as pequenas coisinhas que precisam ser feitas: troca dos botões do painel, troca dos cintos de segurança, que já começaram a perder a cor e a integridade física, troca dos assentos e por aí vai. Nenhuma dessas peças impede o bom funcionamento do carro, são substituições estéticas, que serão feitas paulatinamente, sem pressa. Digamos que seja o perfeccionista em mim. A pintura vai demandar mais trabalho, dinheiro e tempo. Aproveitarei a época das chuvas para ir à caça de oficinas, levantar preços, etc, pois o carro terá que ser totalmente repintado, após ter seus painéis livres de pequenos defeitos e pontos de ferrugem.A pintura começou a rachar em alguns pontos, o que é perfeitamente normal num carro fabricado nos anos 70 (O Borges é de 78), exposto à ação do sol e da chuva. O Borges é um veículo do dia-a-dia, não uma peça de coleção.
Na foto acima, Borges se prepara para o primeiro banho após seu retorno à capital federal. Em tempo, não estou fazendo propaganda da resina Microlite.
Borges encontra-se agora sob uma capa, descansando defronte ao nosso prédio.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Música

Este vai ser um post musical. Música nova no pedaço. Acho que já mencionei por aqui, mas tem disco novo do Pato Fu. Chama-se "Música de Brinquedo" e a idéia dos geniais mineiros foi fazer um disco utilizando instrumentos de brinquedo. Em lugar de músicas novas, grandes sucessos de fácil identificação pelo público. Apesar da associação óbvia, John e companhia acabaram fazendo um disco para adultos que poderá ser assimilado de maneira muito bacana pela criançada. Após coletar instrumentos de brinquedo adquiridos nas muitas viagens do grupo no Brasil e no exterior eles se puseram a modificá-los para que pudessem mais facilmente ter seus sons captados pelos modernos equipamentos do estúdio 128 Japs. Não vou entrar em detalhes aqui. Comprem o disco e dêem uma sapeada no link abaixo para conferir o trabalho deles. www.patofu.com.br Tem dois vídeos dos bastidores da gravação do disco que valem a pena.
Outro veterano com disco novo na área é o Nasi. Depois do episódio que até hoje ninguém entendeu e que culminou com sua saída do Ira!, Nasi volta à carga com "Vivo Na Cena", disco gravado ao vivo em estúdio com uma banda de primeiríssima, com versão em DVD. O disco é meio sujo, intencionalmente, acredito. Os vocais soam inseguros, às vezes, mas num apanhado geral, é muito bom, muito honesto. Tem excelentes participações especiais. No site www.nasioficial.com.br tem um texto bacana do Kid Vinil.

Quem também ataca de novo é o Mombojó. Após a morte de um de seus integrantes, à tenra idade de 24 anos, eles voltam com disco novo: "Amigo do Tempo", disponível para download gratuito no site da banda: www.mombojo.com.br
A fórmula é a mesma. Guitarras, toques eletrônicos e vocais que podem dar sono, mas que combinam genialmente com o tipo de música que fazem. Vale a pena conferir.

Outra coisa que vale a pena divulgar aqui é o que faz a Merge Records, dos Estados Unidos. Entre outros, esse selo é responsável pela distribuição dos ótimos discos da dupla She & Him, formada pela atriz Zooey Deschanel e pelo guitarrista Matt Ward. A música deles é um pop doce e muito agradável de se ouvir.

A voz de Zooey é encantadora - assim como a própria. Um toque country suave permeia várias das canções, a maioria composta por Zooey. Os discos chamam-se "Volume One" e "Volume 2". A razão de mencioná-los aqui é a seguinte: comprei ambos os discos em vinil. O que a Merge faz é incluir um voucher junto do encarte, com uma senha de acesso que permite ao comprador do bolachão fazer um download do álbum, de maneira que ele pode curtir a bolacha em casa e levar as músicas consigo, num tocador de MP3. Devo dizer que a idéia é muito simpática e, com os preços que estão cobrando nos LPs por aqui, muito honesta e bem-vinda. Devo lembrar que, nos Estados Unidos, isso é mesmo um presente, pois as bolachas custam por lá não mais que US$ 30.00! A versão para download tem cerca de 90Mb, vem zipada e é de excelente qualidade.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Ainda procrastino

Continuo procrastinando. Ainda estou devendo uma ligação telefônica pra mão do meu falecido amigo. Não sei por que não rolou ainda. Minha teoria é de que ainda não assimilei o fato por completo. É muito estranho. Mas, como rola aquela música, "the show must go on".
XX--XX

Ficamos dois anos sem tirar férias. Em maio/junho, tiramos parte do atraso com aquela viagem maravilhosa a João Pessoa. Agora começou a bolação da próxima, que acontece mês que vem. Ano passado completei 40 anos. Por uma série de motivos, não comemoramos. Queria ter feito uma festa e tal, mas não rolou. Este ano vou passar meu aniversário viajando, com minha adorada melhor metade. Tiradentes é o destino escolhido e ficaremos por lá uns cinco dias. Depois desceremos para Atibaia, para encontrar uns amigos da Holanda que vão estar de férias pelo Brasil. Muitas saudades desse povo também. Foi bacana eles terem escolhido Atibaia. Na verdade, foi uma feliz coincidência, pois quando soubemos que eles viriam para cá já tínhamos meio que decidido ir para o sul de Minas. Em princípio tinha pensado em ir para lugares mais isolados, como Carrancas ou Conceição do Ibitipoca. Como minha Bia não curte muito passeios em campos ou montanhas, decidi irmos para um lugar em que ela pudesse ficar na dela, lendo e relaxando enquanto eu me enfio montanha acima. Vamos aproveitar a localização e visitar Carrancas, São Tomé das Letras, passear de Maria Fumaça (turista é turista) e comer muito.
Como viajaremos de carro, vou levar meu equipamento completo: câmeras (sim, no plural), lentes (10-20, 70mm Macro, 18-250 e 24-70 f/2.8), tripé e monopé (que serve como walking stick para o trekking) e outros quetais mais. Entre as câmeras a versátil Canon A590is compacta, a minha briosa EOS 400D e a Pentax P30t (com a lente 50mm) com vários rolos de filme Ilford preto e branco. Ah, claro, o netbook para poder atualizar este espaço peripatético.
XX--XX
Dica musical: o novo disco do Pato Fu, "Música de Brinquedo". Trabalho genial e divertido dos super-criativos mineiros. Ouça sem preconceito. Fui