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Mostrando postagens de Maio, 2011

Post Musical

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Já que ainda estou no embalo do show de ontem, permitam-me dar uma pequena introdução aos discos que tenho ouvido ultimamente. Começamos pelo mais recente lançamento do meninos do Cake:
O estilo permanece o mesmo, um pop refinado, cheio de humor às vezes sutil, às vezes bem ácido. A marca registrada Cake está ali, com os vocais quase monocórdicos de John McRea, guitarras inteligentes e doses por vezes nada homeopáticas de trompete. São quase vinte anos de estrada e como todo banda longeva, largas doses da receita de sucesso. Nada a reclamar aqui.
The Baseball Project:
Steve Wynn, Scott McCaughey, Linda Pitmon e Peter Buck - sim, Peter "REM" Buck, se juntam novamente para buscar inspiração musical na história do baseball. Participações especiais de um monte de gente boa fazem deste disco quase country uma audição deliciosamente "laid back", com bons rocks e muita competência.
Booker T. Jones is up next:
Não ouvi intensamente nenhum destes discos, por isso só estou dand…

Rush

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Curioso como certas coisas na vida tem que acontecer na época certa. Você cruza o caminho de uma certa pessoa e nada acontece. Anos depois, seus caminhos se cruzam e PUMBA! Nasce uma amizade.
Mas vou falar de música. Tneho um grande amigo que é fã de Rush desde séculos (tá, o cara não é tão velho assim). Sempre que começávamos a falar de música, ele mencionava Rush e o show que ele tinho ido ver e tal. Eu sempre disse que não gostava, mas a verdade é que eu nunca tinha ouvido nada direito dos caras.
Quando saiu a confirmação de que eu viria para cá saí à cata de shows para assistir enquanto estivesse na Holanda. Nesta época só achei o do Rush que valesse a pena. Comecei, então, a ouvir a música deles. Só tenho um disco, o "Exit Stage Left", e baixei mais quatro na casa de meu irmão.
Perdoem a qualidade das fotos, tiradas com meu iPod Touch, que por mais que tente, não foi feito para isso. Eu, fotógrafo entusiasta, já perdoei essa falha do aparelhinho, perdoe você também.
O sh…

Sábado de sol

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Sábado foi um típico dia de primavera nos países baixinhos. Muito sol e temperatura mais que agradável. Nos cinco anos e pouco que moramos aqui nunca fizemos o trajeto para Dordrecht por via aquática. Há uma linha de "waterbus" ou ônibus aquático que liga as duas localidades em cerca de 58 minutos. Esses ônibus são modernos e rápidos catamarãs, nos quais se viaja sentado, confortavelmente, ou de pé, do deck externo, onde ficam também as bicicletas dos passageiros. Por pouco mais de 4 euros (sem a bicicleta) faz-se um agradável passeio de barco até a antiga Dordrecht. Pelo caminho, passa-se por áreas residenciais, industriais, docas onde é possível ver atracadas as mais diversas embarcações. Acho que vou simplesmente postar umas fotos e comento quando necessário. No deck, racks para as magrelas e pode-se ficar por ali, curtindo o vento e o sol, o que nesse dia muita gente fez. Ao lado, dando adeus a Roterdã, com a ponte Willem e uma vista parcial do Oude Haven, ou Porto Velho. …
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O tempo voltou a melhorar ontem. Até aqui a previsão está acertando.
Resolvi tirar as teias de aranha da minha câmera e saí para uma caminhada à beira-rio. Aproveitei para fotografar um navio de cruzeiro aportado do outro lado. Curioso como a gente se surpreende fotografando as mesmas coisas de novo. Pouca coisa mudou na paisagem de Rotterdam nos dois anos e meio desde que voltamos para o Brasil. Uns arranha-céus novos aqui e ali, mas o resto continua como dantes.
Esses táxis aquáticos passam o dia todo para lá e para cá no gás. É bem divertido vê-los trabalhando. Nunca andei num desses. Hmmm... Ah, sim. Eis o monstro aportado aqui. Aliás, logo que chegamos o QM2 estava pelas paradas. Depois veio outro grande, cujo nome esqueci, e agora este: Mas a caminhada me fez bem. Não dá para esperar o pôr-do-sol pois ele anda acontecendo quase dez horas da noite. Observar o rio é algo muito bacana. O vem e vai de barcaças e barcos de todo tipo é contínuo. Na foto acima dá para ver um tanqueiro atr…

BIERTJE!

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Brouwerij De Molen, em Bodegraven.  Suas cervejas são frequentemente premiadas com a medalha de ouro pela turma do Rate Beer  (www.ratebeer.com) e seu pub também foi eleito o melhor da Holanda. Francamente nós não entendemos bem por quê. Encontrei os caríssimos Elard e Leticia no trem, e lá pelas três da tarde chegamos a Bodegraven, a meio caminho entre Utrecht e Leiden. Quer saber onde é? Google Maps para vocês.
Começamos provando algumas coisitas produzidas na casa:
Essa belezura é a Boreftsblond e apresenta teor alcoólico de 6,5%. Deliciosa e muito refrescante.
Em seguida, provei a Mooi & Meedogenloos, algo como "Legal e sem compaixão".  O que é perfeitamente explicado pelo seu delicioso sabor tostado e pelos 10,2% de teor alcoólico.
Apesar do vento frio, o dia estava muito agradável. Como comprova a foto abaixo:
Cervejistas que se prezam não podem deixar os acepipes de lado, quando saboreiam o produto do esforço e um mestre cervejeiro. Rolaram os já tradicionais bitterb…
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Ontem foi dia de compras. Quando soube que viria para cá, decidi que ia comprar umas coisinhas que, no Brasil, custam um dinheiro horroroso. Exemplo? Ok. Esta bolha pára-brisa, por exemplo, fabricada pela italiana Givi:
Modelo específico para a XJ6n, custa, nas poucas lojas que tem a peça disponível, no Brasil, em torno de R$ 500,00. Aqui custou Euro 110,00, o que dá em torno de R$ 250,00. Metade do preço. Não tem o que pensar, está encomendada. Se não couber na mala, deixarei para que uma colega que está de mudança leve para mim.
Outro exemplo: jaquetas da também italiana Spidi, não à toa minha marca favorita, no Brasil não saem por menos de R$ 750,00, os modelos mais básicos. A Spidi tem uma linha que se chama H2Out, que nada mais é que uma jaqueta de nylon, à prova d'água, que vai como forro da jaqueta. Pode ser facilmente tirada, permitindo o uso da jaqueta em modo verão. Comprei uma para reforçar meu guarda-roupa, assim como uma calça e mais duas jaquetas que pretendo vender n…

Nós e eles

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Vocês vão me perdoar um momento de deslumbramento.Vou falar sobre carros. Os europeus e nossas versões dos mesmos modelos. Sei que os mercados são diferentes, não posso comparar o público-alvo, nem as condições de produção. Produtos industrializados no Brasil são excessivamente taxados, sem exceção. Basta ver quanto custa um iPad no Brasil e nos EUA. Bem. Guardadas as devidas proporções e resguardadas as diferenças, vamos acochambrar um pouco. Ah, não vou sequer mencionar as diferenças técnicas, de equipamentos, etc. Não vai resolver nada, mas desopila.
Vamos começar com a francesa Renault. Chegou há alguns anos no Brasil cheia de marra, lançou excelentes e sucessivos modelos, atualizou-os com os modelos vendidos na Europa, até que...cansou. Aí, a coisa ficou assim:
Renault Clio. Nosso.
Engraçadinho. Baratinho. Boa relação custo-benefício, né? Então.
Renault Clio. Deles.
Vamos passar para aquela que é a marca que mais tem carros bizarros e defasados do país.
Chevrolet Corsa. Nosso.
Nesse…

calô

As temperaturas no Brejo Baixo sobem hoje de novo. Já estou de bermuda, preparado, e pilhado para sair e pôr algo no estômago, que agora já ronca. O proprietário do apê veio com um handyman hoje para consertar o trilho da cortina que ameaçava cair sobre nossas cabeçorras.
Ontem voltamos à taberna caribenha, desta vez com outros amigos. Muito bom, mas acabei com uma ligeira ressaca. Na quinta jantamos num restaurante indonésio, portanto acho que vou ficar longe de comida condimentada por algum tempo. Semana que vem eu mudo o ritmo e vou começar a cozinhar no cafofo. Ainda não decidi se vou jantar ou cozinhar à noite para o dia seguinte. Não sou bom com as panelas e comida esquentada também não me anima muito.
Vamos lá, curtir o calor. Doei.

Apidêiti

Ainda na fase de reencontrar amigos. Ontem tivemos um delicioso jantar na casa de Cris e Martin. Agradabilíssimo.
Hoje fomos tentar comprar uma jaqueta de moto para a Bia. Não conseguimos. Mas achei várias de que gostei e a preços absurdamente baixos. Sério. Euro 89,00 por uma jaqueta Spidi italiana, com forro impermeável removível, que custa no Brasil em torno de milão? Dá-me dos.
Aquisições culturais hoje: comprei o livro "Paris" do historiador britânico Anthony Beevor escrito junto com Artemis Cooper, que ainda tenho que descobrir quem é. Trata da vida em Paris, no pós-liberação, 1944-1949. Adquirimos também o disco novo do Cake, "Showroom of Compassion", e dois do North Mississippi Allstars, "51 Phantom" e "Polaris".
Nossa ida à loja de motos me fez sentir uma raiva sem precedentes da Yamaha Brasil. Explico: no Brasil, o modelo que adquiri, a XJ6 está disponível em duas versões, a n, pelada, sem carenagem, e a F, naturalmente carenada.  A n,…