quarta-feira, 29 de junho de 2011

20 anos depois

No fim de semana passado estive em Rio Preto para o reencontro da minha turma de faculdade. Perdi as confraternizações anteriores porque estava no exterior e foi muito, muito bacana poder estar presente nesta, sobretudo por ser uma marca significativa. Mudamos pouco. Concordamos que para melhor - aqueles visuais de fim dos 80, começo dos 90 vamos ser sinceros, ninguém merece. As felizes concidências começaram logo que chegamos, pois descobrimos que outras duas amigas, Helô e Lucinéia, estavam no mesmo hotel. Ficou acertada uma saída para uma pizza na mesma noite, o que foi muito divertido. Nesse dia encontramos também a Érica - nossa chefe de cerimonial - e a Gisele, com os devidos caras-metade. Os "causos" começaram a voar cedo e logo estávamos nos dobrando de rir e também nos encantando com as histórias de vida de cada um.
O dia seguinte nos reservou ainda mais surpresas, gargalhadas, histórias e memórias. Câmeras pipocaram de todos os lados, fotos foram tiradas à exaustão. Eis uma:
Em pé: Luigi, eu, Helen, Nilce, Regina e Erika. Agachadas: Simone, Érica, Helo, Lucinéia, Cíntia, Gisele e Adriana. Esta é a versão 2011 de uma foto que tiramos em 1991, nosso último ano na faculdade. Passamos o dia churrascando e trocando histórias, experiências, dramas, felicidades, aventuras, aflições, planos para o futuro e por aí afora.
Uma vez mais: foi muito bom rever vocês.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Fotografia

Estou numas de dar um jump-start no meu interesse por fotografia. Tirei a poeira da minha Pentax P30t ontem. Tirei dois rolos de filme Ilford P&B da geladeira. Tem um Fuji Neopan na câmera. Vamos ver no que dá.
Eis aí uma camerazinha muito honesta. Quando a comprei estava em busca de uma K1000.
Esta aí é uma câmera super-básica. toda manual, nada de eletrônico em suas entranhas. O que significa que se ela molhar, basta abri-la e deixá-la secar. A P30 tem fotômetro embutido e uma trava eletrônica, o que significa que se o botãozinho de "power" não estiver acionado, nada acontece. Mas todo o resto é manual. Ela veio com uma lente chinfrim, 38-70, eu acho, algo assim. O que eu queria era uma câmera básica, então investi numa lente 50mm - padrão - f/2. Excelente, simplesmente excelente. Não me desfiz da bichinha, pois gosto muito dela. Tem aquele "schlack" típico desse tipo de câmera quando se aciona o obturador. É compacta e leve. Pena que não seja ainda mais básica como a K1000. Nota negativa do dia foi eu ter descoberto que o flash dela pifou. 

sábado, 11 de junho de 2011

Helloooooooooooooo, Brasília!

Voltei, people.
Com uma rápida escala em Lisboa - desta vez não deu tempo de nada, senão ir para o hotel e dormir - cheguei à terrinha na quinta-feira, dia 9, torto de saudades que estava da minha adorada esposa, da cachorra elétrica e da minha casa. Ahh, como é boa a minha cama.
Surpreendido em pleno início de inverno por chuvas, quando tudo já deveria estar esturricando, e com temperaturas baixas principalmente à noite. Baixas para Brasília, percebam.
Já foi possível colocar as coisas nos lugares, malas e roupas e aquisições, algumas encomendas foram entregues, alguns presentes também. Tirei a poeira da Branca, funcionei o Borges, que está precisando ter os pneus calibrados e a carroceria lavada. Sexta-feira acabei não voltando ao trabalho. Fiz compras, pois a despensa estava meio desértica. Hoje fiz almoço - spaghettini com molho de lingüiça -  e já preparei um lagarto que vai virar carne louca (não sei o porquê desse nome, já que trata-se de rosbife em molho de tomate com bacon). Depois eu mostro.
Em uma semana, mais precisamente no dia 20, entro em férias por 15 dias. Fora a ida a Rio Preto para o reencontro com a turma da faculdade, ficarei por aqui, morgando, escrevendo, fotografando e cultuando o deus Ócio.
More on that later. So, that's all for now, folks.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Gooooooooodbye, Rotterdam!

Passou rápido. Planejei muita coisa que acabei não realizando, fiz um bocado de coisas que não estavam nos planos. Correu tudo bem no trabalho, o tempo colaborou - na maior parte do tempo - e ainda reencontrei bons e velhos amigos. Houve tempo e grana para umas comprinhas - como não poderia deixar de ser.
Rolaram alguns bons shows e fiz dois passeios divertidos. Algumas coisas acabaram ficando de fora. Não pus os pés em Amsterdã desta vez. Confesso que não tinha nada de muito importante para fazer por lá.
Devo dizer que foi uma experiência interessante. Voltar ao meu local de trabalho quase três anos depois da minha partida. Bem, não exatamente, uma vez que mudou de lugar, para melhores instalações. De certa forma, foi uma nova experiência. Foi bacana poder dar uma contribuição ao trabalho, já que o novo sistema consular faz parte do meu dia-a-dia há já quase três anos. Foi igualmente bacana poder trabalhar no sistema como usuário comum, enfrentando as dificuldades diárias que os agentes de atendimento enfrentam. Deu uma nova perspectiva ao meu trabalho. Pude também ver o efeito que o meu trabalho no Brasil pode ter aqui fora. O simples ato de liberar uma verba para aquisição de um equipamento - uma migalha lá, mas uma senhora refeição cá - tem grande repercussão.
Reencontrar os amigos. Esse foi o ponto alto desses 45 dias. Tenho muito carinho pelas pessoas que conheci, pelos amigos que fiz - bem, fizemos, eu e Beatriz - nos anos que aqui vivemos. E foi muito bom reencontrá-los. A vocês, meus amigos, que continuam por aqui, tocando suas vidas, meus mais sinceros agradecimentos pelo carinho e amizade.
E agora vou parafrasear dra. Alice: "Inté, polvo!"

IBILCE: 60 anos da minha Alma Mater

Escrevi a crônica abaixo, a pedido da amiga Nilce, atual editora da revista Notícias Ibilce, por ocasião dos 60 anos do nosso querido In...