sexta-feira, 29 de julho de 2011

8º Moto Capital

Ontem à noite fui ao Moto Capital. Muita gente, muita moto. O povaréu veio de tudo quanto é canto, até do Rio Grande do Sul. Foi o segundo dia do encontro, que vai até sábado. Na volta para casa descubro que algo ocorreu e minha moto está sem piscas funcionando. Nem o alerta funciona, o que me faz suspeitar de fusíveis. Espero que seja algo simples assim, de outra forma não poderei andar de moto, e justamente neste fim de semana. Ontem tirei algumas fotos com o celular, que não ficaram lá essas coisas. Amanhã à tarde vai ter um grande passeio pela cidade. Vou tirar fotos e depois posto.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Sim, claro...

...vamos, ainda, começar a nos despedir da Patrícia (a dos Pom-Pons), que está pronta para se mudar de mala e cuia para Madri.

Agenda cheia

Muita coisa acontecendo nas próximas semanas. Hoje tem início o 8º Brasília Moto Capital, maior encontro motociclístico do país. São esperadas mais de 250.000 pessoas este ano. Vai de hoje até domingo. Depois eu conto melhor.
No fim-de-semana seguinte acontece pela primeira vez em Brasília o Bourbon Street Fest. Em sua 9ª edição, o festival "patrocinado" pelo Bourbon Street Music Club de São Paulo trará uma programação muito bacana, com músicos de vários estilos, diretamente de Nova Orleans. Entre as atrações, teremos Delfeayo Marsalis e a Dirty Dozen Brass Band. Em Brasília o evento terá lugar na sexta e no sábado, dias 5 e 6 de agosto, na praça do Museu da República. O evento é gratuito. Tendo acabado de assistir à segunda temporada da série Treme, da HBO, nada mais adequado que uma boa dose de música novaorleana. Em São Paulo vai ter ainda brunch com comida cajun. Can´t hardly wait. 

sábado, 23 de julho de 2011

Seguro morreu de velho

Borges, nascido em 1978 de pai alemão e mãe brasileira, em território brasileiro, mais precisamente em São Bernardo do Campo. Aos 31 anos, está passando por uma demorada e detalhada renovação. Seus ocupantes vinham se arriscando com cintos de segurança de dois pontos, já bem cansados.
Hoje de manhã, o capoteiro José Geraldo, do Guará, adaptou cintos de três pontos retráteis na frente e instalou novos cintos no banco traseiro. Os cintos dianteiros vieram de um Gol bolinha. A máquina foi revisada e a fita do cinto limpa. A adaptação segue o exemplo do que foi feito pela fábrica na série Itamar. A máquina do cinto é instalada abaixo da lateral traseira:
Um novo ponto de ancoragem é criado no "L" que se forma entre o batente da porta e a lateral, abaixo do rasgo que se vê na foto acima. Essa ancoragem recebe uma bucha e aí é fixado o terceiro ponto do cinto.
O assento tem parte de sua armação inferior removida, de maneira a permitir que o cinto deslize sem bloqueios, como ilustra a foto a seguir:
O cinto funciona muito bem e o banco assenta com perfeição. O seu José aprendeu a adaptar cintos em Fuscas dessa forma por ter sido proprietário de um modelo Itamar. Devo dizer que fiquei muito satisfeito com o resultado.  Os cintos traseiros foram instalados nos pontos originais e são do tipo universal.
Next: revisão no carburador e cabos de acelerador e embreagem.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Borges again.

Borges vai entrar na faca amanhã. Depois de ter o orçamento feito, acabei colhendo elogios de membros de um clube de aficionados por carros Volkswagen, ontem. O Borges ainda está longe do estado em que pretendo deixá-lo, mas é um carrinho de aparência sólida, bem verdade. O nível de originalidade dele também chama atenção. Amanhã, então, será feita a substituição dos cintos de segurança. De todos os cinco. Os da frente passarão a ser de três pontos, retráteis. A adaptação seguirá a receita aplicada pela fábrica no Itamar. Pretendo documentar o serviço e posto amanhã.
Também preciso de uma boa noite de sono, pois as últimas não foram lá essas coisas e, apesar de ser hoje uma sexta-feira, o que mais me apetece mesmo é cama.
Stay tuned.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Motociclismo: paixão, emoção, perigo e vício

Meu dia normal guarda vários bons momentos. Acordar ao lado da minha mulher, pepinos no trabalho que se resolvem positivamente, a volta para casa depois do expediente, a cerveja com os amigos. Mas ainda há outro: quando estou em cima da minha moto. Não é raro eu pegar um trajeto mais longo, apenas para rodar aquele tantinho a mais. Um deslocamento para o trabalho ou a volta para casa tem um pouco de cada coisa lá do título. A paixão é representada pela decisão na hora de sair: vou de carro ou de moto? Se não houver a mais premente necessidade, vou de moto. A emoção está em cada curva, em cada trecho de aceleração, em cada frenagem. Dá até para sentir a inveja de alguns motoristas, presos em suas gaiolas de aço. O perigo também está em cada esquina. Manchas de óleo que não vemos, defeitos no pavimento (muitos), motoristas que acham que todo motociclista é um inimigo potencial, ônibus, outros motociclistas, bêbados, inconsequentes e malucos de toda sorte. Conheço muita gente que diz "acho moto muito legal, mas tenho medo". Eu tenho medo de ser atropelado num ponto de ônibus por um veículo desgovernado. Eu tenho medo de voar e o avião explodir a 11 mil metros de altitude. Fazer o quê? Não sair mais de casa? Deixar de viajar porque isso significa entrar num avião? O trânsito é perigoso em qualquer veículo. Lógico que estamos mais expostos numa moto. Por isso faço minha parte e procuro não me envolver em situações que me exponham a riscos desnecessários. Às vezes acontecem coisas que fogem ao meu controle. Hoje de manhã, por exemplo, uma moça num Palio se aproximou da rotatória da minha quadra sem sinalizar nada, e pela esquerda. Eu já vinha contornando a rotatória e concluí que ela iria parar, porque pretendia seguir em frente e também contornar o balão. Não. Ela concluiu que podia me cortar a frente e virar à esquerda. Quase fecha o carro que, à sua direita, se preparava para não contornar a rotatória e eu ali, em plena inclinação - moto é feita para isso - sem ter muito o que fazer. Nem preciso dizer que ela fez de conta que não percebeu o que tinha acabado de fazer. Isso me enfurece. Mas não há nada que eu possa fazer. Nada aconteceu, sigo meu caminho e torço para que eu saia ileso da próxima situação de perigo.
E assim chegamos ao vício. Moto é um vício. Um vício bom. Um vício do qual eu não pretendo me curar. Um vício que me faz ansiar pela volta para casa assim que chego ao trabalho. Só pelo prazer de estar em cima da moto, acelerando, freando, inclinando na curva, acelerando de novo. De quebra, deixo de contribuir para o congestionamento da cidade, para a falta de locais para estacionar, para o aumento da poluição e por aí afora. E ainda tomo doses diárias de remédio para minha sanidade mental.

Termino com um mantra: "de carro apreciamos a paisagem. De moto fazemos parte dela."

terça-feira, 19 de julho de 2011

Sobre nada

Estou há dias enrolando para escrever.Falta de assunto? Não, desta vez até que não. Pensei em escrever sobre coisas do cotidiano da cidade, mas ia acabar com acessos de raiva e frustração. Música é sempre uma alternativa, mas já comentei sobre os discos que tenho ouvido ultimamente. Meu retorno à fotografia é um projeto em andamento. E a reforma do Borges vai esbarrando na falta de grana para isso. Aliás, o som que instalei no bicho ficou do barbalho. Tenho muita vontade de fazer viagens de moto. Para isso preciso ainda investir numa série de acessórios e equipamentos, o que não é barato. Temos outras prioridades em casa, como reforma de armários, banheiros e por aí vai. Depois de quase três anos, o armário da garagem vai finalmente sair. Vamos conseguir reorganizar a despensa e, quem sabe agora conseguiremos entrar nela direito...
Parte do meu projeto de retorno à fotografia envolve o uso de uma câmera manual e filmes. Já tenho um rolo inteiro batido. Não sei onde levar para revelá-lo. Com essa onda de fotografia digital, os antigos laboratórios praticamente desapareceram. E Brasília carece, entre outras muitas coisas, de uma loja decente de artigos e serviços fotográficos. O Foto GB de outrora foi engolido pela era digital e não conseguiu acompanhá-la. Vou acabar tendo que usar os correios e mandar os filmes para Sampa.
O projeto de viagens de moto é mais complicado. Não deveria ser, mas é. Envolve a aquisição de acessórios que, no Brasil, infelizmente, custam os olhos da cara. Qualquer bolsa de tanque expansível, à prova d'água, não sai por menos de R$ 300,00. Alforges de boa qualidade, não saem por menos de R$ 500,00 o par. Bauletos com todas as ferragens para instalação, então, passam de R$ 1.000,00. Para piorar, do mesmo modo que com fotografia, Brasília carece de uma loja como as milhares que existem em São Paulo. Para quem não faz idéia do que estou falando, assim como uma jaqueta de couro comum não serve para andar de moto, não dá para colocar a bagagem numa bolsa qualquer e amarrá-la sobre o banco. Moto não é brinquedo e encarar uma viagem de moto requer preparação. Numa viagem de carro se uma bolsa está atrapalhando você simplesmente a joga no porta-malas e estamos conversados.  Envolve também estar de acordo com a Bia, com relação a férias, feriados, vai junto ou não, enfim, a logística é complicada. Fico nos bate-e-voltas, que acabam sendo muito prazerosos, mas deixam um gostinho de quero mais.
Aliás, descobri um museu de motocicletas clássicas, pequeno, em Pirenópolis. Meu próximo bate-e-volta vai ser por lá, provavelmente,  e aí comento sobre ele neste espaço.
Bem, chega de divagações. Bora trabaiá. Inté, povo.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Hoje vou deixar uma nota rápida. Faz um ano que meu amigo Jean foi ter com os caras lá em cima. Cá embaixo nos resta a saudade e as boas lembranças. Ficou um vazio que não será preenchido.

sábado, 9 de julho de 2011

Conserta e estraga

Consegui, com a inestimável ajuda do amigo Marrom, resolver o problema de corte elétrico que afligia o Borges  e evitava que o rádio ficasse ligado com o motor desligado ou em marcha lenta. O cabo negativo da bateria precisava ser conectado direto na carroceria e estava em outra posição. Problema resolvido.
Quando chego na garagem do prédio descubro que o sistema de iluminação do carro está todo doido. Pelas lâmpadas que não funcionam direito suspeito de fusível queimado. Luz do painel sumiu, como sumiu o farol baixo e a lanterna direita. O segundo ponto negativo do dia foi que descobrimos que preciso levar o Borges para uma boa revisão. Há um vazamento no carburador que impede que achemos o ponto correto da marcha lenta, que está irregular. O cabo do acelerador também vai ter que ser substituído logo.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

De trás para a frente

Há pouco menos de um ano o Borges, meu Fusca 78, voltou para Brasília. Em ótimo estado geral, mas pedindo umas sessões de "nip/tuck". Dizer que restaurar um Fusca sai barato não é totalmente equivocado. Entretanto, vivemos dias em que ter um carro antigo pode ser algo muito bacana. Principalmente se esse carro estiver bem cuidado, originalzinho, etc. Bem, o meu está. Quase. Como já disse neste espaço, mecanica e estruturalmente ele está zerado. Entretanto, no quesito beleza e conservação, ele carrega seus mais de 30 anos de fabricação à flor da pele. O que é necessário fazer? Uma lanternagem completa, incluindo a remoção da pintura original, correção de defeitos na superfície da carroceria e repintura. O interior também precisa ser refeito, mas esse é ainda mais fácil, estando o carro pintado. É possível encontrar a forração original, já cortada, bastando apenas os serviços de um bom capoteiro para colocar tudo no lugar. E a um custo bem razoável. Mas é a lanternagem o problema. Um serviço completo como esse, de boa qualidade, em oficina que disponha de estufa, não sai barato. E pior, depois de pronto, frisos, borrachas e outros acabamentos acabam tendo que também ser trocados. Fica aquela vontade de fazer o serviço logo, de deixar o carro como eu quero. Mas com a aquisição da Branca em dezembro do ano passado, o Borges teve que esperar. E vai esperar ainda mais um pouco.
Para espantar a frustração de não sair da estaca zero, decidi fazer coisas que não dependam da cirurgia plástica. Estou levantando preços e opções para reformar o estofamento do carro. Os assentos que tenho nele hoje vieram de um Opala antigo. Ainda estão em bom estado, mas não são originais. Os cintos de segurança precisam ser trocados. E o rádio/toca-fitas começou a dar tilt. Resolvi começar por aí. Adquiri um rádio sem CD player, mas que aceita mídias digitais como pendrives e iPods. Toca MP3, WMA e outros formatos. A vantagem é não ter que carregar CDs ou fitas, bastando apenas um pendrive bem sortido de música. Ou um iPod de, digamos, uns 32Gb...
Busquei conselho com um instalador. Expus o que eu queria: som de qualidade sem necessidade de potência absurda. Não ligo som de carro para a vizinhança ouvir e muito menos para chamar a atenção dos amigos do alheio. Essa foi a premissa. O conselho foi a instalação de um par de quadraxiais Pioneer no tampão traseiro, devidamente instalado por baixo, para não aparecer e um kit duas vias Selenium na frente.
Abaixo, os painéis das portas sendo preparados para receber o duas vias.

Ficou ótimo, devo dizer. Ainda preciso pintar as tampas protetoras do kit frontal, para que não chamem muita atenção. Falta agora resolver um pequeno problema elétrico - nada demais - que impede que o rádio funcione com o carro em marcha lenta ou com o motor desligado. A recuperação começou. De trás para a frente.

sábado, 2 de julho de 2011

Notas rasteiras de importância superficial

Marieta Severo recusou o papel de Dilma Rousseff no cinema. Alegou agenda cheia para não pagar esse mico.

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Prince diz que em protesto à pirataria musical na internet não vai lançar mais discos. Até que o próximo esteja pronto, provavelmente.

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Site de vendas de ingressos para o Rock In Rio é fechado por superfaturamento. Aparentemente, ingressos que custaram 190 reais eram vendidos por mais de 1000.

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Tem nego otário neste mundo não?

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VW diz que vai lançar o Golf VII no Brasil. Uau. O nosso está só duas gerações defasado.

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Novo código florestal favorece a ação de desmatadores. "frente pra vai que país um é Brasil O".

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Fui curtir meu sábado.