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Mostrando postagens de Setembro, 2011

Borges

Fresco de uma rápida revisão, Borges está com o coração em dia. Carburador, cabos de acelerador e embreagem revisados. Também foi regulado o facão, o que fez com que a traseira do Borges "assentasse". Isso exige que os faróis sejam regulados, para que eu não "ofenda" os outros motoristas.
O mecânico, sr. José Alberto, descobriu que os giclês eram de um Fusca 1500. Isso explica o desempenho um tanto apimentado para um 1300L além do consumo um tanto exagerado. Na última marcação consegui pouco mais de 9 km\l. Segundo o seu José eu vou ter uma agradável surpresa com o consumo. Mas já deu para sentir a diferença no desempenho.  Amanhã vou providenciar a instalação de película protetora nos vidros. Dependendo do preço vou optar pela do tipo antivandalismo, mais resistente que a película comum. Segunda-feira, se nada der errado, será o dia em que o Borges receberá um novo parabrisas. E aí pretendo parar um pouco com os gastos com o bicho e só mantê-lo durante a temporad…

Chapada dos Veadeiros

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O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros fica no Planalto Central do Brasil e seu portão de entrada fica na vila de São Jorge. Com cerca de mil habitantes, esse vilarejo, ligado à cidade de Alto Paraíso por 30 quilômetros de estrada, sendo 13 deles de terra, vive hoje praticamente apenas do turismo. Lá há 170 guias registrados pela administração do parque. Desses, muitos trabalharam na extração de cristais,
atividade que durou por cerca de quarenta anos na região e deixou suas tristes marcas no local:
Meu guia, o Nivaldo, explicou que eles chegavam a cavar poços de 30 a 40 metros de profundidade. Quando o Parque foi criado, muitos dos garimpeiros, nativos da região como o Nivaldo, foram treinados para trabalhar como guias. Ao seu conhecimento natural da Chapada foram acrescidos vários outros, como noções de preservação ambiental.
A caminhada é dura. Meu passeio foi classificado como curto, e durou mais de cinco horas. O terreno é muito íngreme e o dia estava muito seco, 7% no sábad…
Right. Let's get this party started.
Fazendo jus à minha fama de blogueiro bissexto, passei uns diazinhos sem postar. Vamos lá, nesse meio tempo dei um giro lá em Parispozinho. Fui ver a família, pois fazia tempo. Acabei revendo uma pá de amigos e até um primo, cujo filho e esposa eu não conhecia.
Voltei para a secura de Brasília, direto pro trabalho, onde cheguei com uma dor de ouvido miserável, provavelmente graças ao vento frio que fez no sábado à noite, quando fomos passar horas agradabilíssimas na casa de nuestro amigo casi hermano Laertones Morricones. Aliás, foi um fim de semana que me causou um bocado de inveja, pois acabei conhecendo a casa de outro amigo casi hermano Zeckary. Beleza de casa e hospitalidade nota 10. Depois foi a vez da casa de meus cunhados, que nada mais é que a casa reciclada onde morava a família toda. Mas a reciclagem ficou também nota 10.
Sabe que até deu vontade de ter uma casa? Mas já passou...
xxx---xxx
Perdi a vaga extra da garagem do meu prédio…
42.

EstaTRÍSTicas

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Estatísticas estão por toda parte. Sempre pensei torto em relação a elas. Nunca aceitei direito que uma pesquisa feita com apenas duzentas pessoas pudesse ser de alguma forma representativa. Mas vá lá. É universalmente aceito, não?
Como motociclista, tem umas estatísticas que me emputecem. Guenta aí, mexplico.
Todos os dias a imprensa não-especializada publica algo do tipo "tantos acidentes de moto no mês passado. Aumento de 150% em relação ao mesmo período, blá-blá-di-blá"... A primeira imbecilidade que me salta aos olhos, e que escapa à compreensão da imprensa leiga, é que a frota motociclística cresceu mais ou menos isso no tal mesmo período. Óbvio que os acidentes vão aumentar. Por acaso o número de acidentes com automóveis é o mesmo hoje de cinco anos atrás? Hein, hein? Claro que não. A essa imprensa néscia só interessa criar polêmica, resguardando os interesses sabe-se lá de quem.
Tem outra coisa que me emputece nessas estatísticas: nunca são esclarecidas as circunstâ…