segunda-feira, 28 de novembro de 2011

iTunes finalmente?

A Apple acaba de anunciar que está fechando parcerias com gravadoras para a venda de seus catálogos on-line. Antes tarde do que mais tarde. Mas tenho a impressão de que a coisa vem meio cruel.
Nos Estados Unidos, as músicas são vendidas individualmente por USD 0.99. Na Europa, o preço é de EURO 0,99. Com extensos catálogos à disposição, os europeus pagam mais caro.
Quando foi anunciado pela primeira vez, há 4 ou 5 anos, especulou-se que o preço seria de cerca de R$ 2,00 por música, no Brasil.  Na verdade, não é caro, se o disco completo sair por menos de R$ 20,00. Se não houver vantagem no preço a coisa não vai para a frente. Há que se ter variedade. Sobretudo se levarmos em consideração que por aqui não existe exatamente punição para quem baixa coisas da internet, digamos, pela porta de trás. Na Holanda eu tinha acesso a catálogos que disponibilizavam músicas difíceis de serem encontradas até mesmo no Brasil, como Tião Carreiro e Pardinho.
Acho bom esclarecer que não sou de baixar coisas "de graça" da internet. Dependendo do catálogo e dos preços, vou continuar a fazê-lo no Brasil 
Acho bacana, mudando um pouco de assunto, quando artistas disponibilizam suas músicas na internet, de graça ou não. Os que disponibilizam de graça e me agradam, faço questão de divulgar. Um dos melhores exemplos de bandas que não têm medo da internet é o Gov't Mule.Eles põem à venda no site, para download e aquisição de CDs e LPs, toda a discografia de estúdio, além de praticamente todos os shows que fazem mundo afora. Exemplo a ser seguido.
Outra prática que tem se tornado comum diz respeito aos vinis. O vinil voltou. E voltou caro. Pelo menos no Brasil. E há uma boa parcela do consumidor dessa mídia que não é avessa a modernidades como o iPod. Para esses alguns artistas/gravadoras passaram a incluir um e-voucher na compra do vinil. Esse e-voucher permite um download gratuito do conteúdo do álbum, não raro com faixas extras. Dessa forma tem-se o melhor dos dois mundos, sem a necessidade de ter que se buscar um serviço de digitalização. A princípio julgava-se, equivocadamente, que o consumidor de vinil não se importava com modernices como a música digital ou a possibilidade de poder levar sua música para qualquer lugar. Agora pode. E, se depender da Apple, vamos poder ainda mais.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Musical

Há. Vou postar uns videos aqui. Minha amiga Patricia (la de los pompons) disse que o Peri tava ficando meio político demais (??). Então vamos roquenroulizar este trem aqui. Dave Alvin. Estou descobrindo o som desse cara agora. Ex-membro de uma banda chamada The Blasters, o sujeito tem um jeito muito peculiar de cantar e toca uma guitarra animal. O som é rock sulista (a Pat disse que lembrou a trilha sonora do "True Blood", e ela não está errada) com pitadas de blues e pinceladas generosas de country. Gostou dessa? Vai atrás e fuça mais.
Outro que voltei a ouvir com mais cuidado, e dia desses até postei um vídeo dele no feishbu, é o Robert Randolph. Não é raro encontrar discos dele classificados como gospel. Robert começou a tocar na igreja, onde teve contato com a "slide guitar", instrumento comum ecumenicamente falando. Meu queixo caiu no chão quando vi o cara abrindo o show do Eric Clapton, em Roterdã lá nos idos de 2004, se não me falha a memória. Vamos lá:
Goste ou não do estilo, é do cacete.
Acabei de me lembrar de outro camarada aqui, tecladista dos melhores e ainda por cima guitarrista, excelente compositor e cantor de voz incrivelmente marcante. O que me fez lembrar dele foi o gancho com o Clapton ali em cima, pois este cara aqui é...
Steve Winwood, aqui numa performance durante o Crossroads Festival, com Clapton e Derek Trucks. Para quem não sabe, Winwood tocou no Blind Faith junto com Clapton e depois formou o Traffic, com a qual fez estrondoso sucesso.
O que nos leva à Tedeschi Trucks Band. Derek resolveu juntar todos os trapos, flanelas e palhetas com a mulher, Susan Tedeschi (ela própria formada nos caminhos do blues, ótima guitarrista e cantora) e formou essa super-banda. Trucks, aliás, despontou (até onde eu sei) na Allman Brothers Band, na qual tocava seu tio, o batera Butch Trucks. Da ABB também saiu o Gov't Mule, formado pelo guitarrista Warren Haynes e pelo baixista Allen Woody que adicionaram o baterista Matt Abts para formar um dos melhores power trios deste século. Hoje eles são um quarteto, oficialmente. Esta é uma das minhas favoritas:
"Bad Little Doggie", yeah.
E por falar na Allman Brothers, por que não? Here we go.
Bom, chega por ora. Inté.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Um aniversário

Resolveram que você tinha que nos deixar. Já faz mais de um ano. Ficou a saudade, caro amigo. Feliz aniversário, onde quer que você esteja.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Suas Excelências, uma vez mais a desserviço do povo

Eu ia deixar para lá, até ver o que ia acontecer. Mas não aguento. Não me afeta diretamente, mas dá um nó sem tamanho na boca do estômago e uma raiva de cegar. A câmara estadual de São Paulo aprovou um projeto de Lei que proíbe, isso mesmo, proíbe que motos circulem com garupa em dias úteis em cidades com mais de um milhão de habitantes, no estado de São Paulo. A justificativa do sr. Jooji Hato, deputado estadual pelo PMDB é buscar a redução dos acidentes (?) e diminuir o número de assaltos, pois "a maior parte dos assaltos no trânsito é cometida por garupas"(sic).
Eis aqui então algumas questões: bandido só assalta durante a semana? O que deve fazer o cidadão honesto que usa a moto para se locomover porque o sistema de transporte público é um LIXO? Quer dizer que o sujeito que economizou para comprar uma moto e que leva a esposa ao trabalho antes de ele mesmo se deslocar para seu local de trabalho vai ter que se virar porque as "otoridades" não conseguem encontrar outra solução para a criminalidade? Vamos proibir também, senhor deputado Hato, automóveis com mais de uma pessoa dentro à noite porque elas podem estar sendo sequestradas? Automóveis nunca foram usados em assaltos, Sr. Hato? Segundo essa excrescência, digo, excelência, a polícia vai ter menos trabalho porque não vai ter que parar tanta gente suspeita.
Onde estamos? Um deputado federal generaliza uma situação e coloca num balaio de gatos bandidos e cidadãos honestos (muitos deles tenho certeza votaram nesse pilantra) para que sejam tratados da mesma forma. Na cabeça desse imbecil, moto é diversão. Os cidadãos honestos "terão os fins de semana e feriados para usar a moto". Além disso, quer que a placa da moto seja colocada num colete e no capacete, em cores vivas, para melhor visualização. Será que esse imbecil já fez o teste? Ele já viu o tamanho e o formato de um capacete? Onde essa anta acha que vai caber com visibilidade a placa da moto no capacete? E o que isso vai adiantar? Ladrão por acaso usa moto própria, licenciada no seu nome? IMBECIL!
Tapar o sol com a peneira é o que sabem fazer nossos ilustres deputados. O trânsito em cidades grandes da Europa só não é pior porque: 1) o transporte público funciona e 2) há incentivos para o uso de veículos ágeis e pouco poluentes como...motos!
No Brasil não. Bandidos usam motos para cometer crimes, proibam o uso delas. Isso significa uma única coisa, não se enganem: cerceamento do direito constitucional de todo o cidadão de ir e vir.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

De saco cheio

Estou de saco cheio. Da crise na Grécia. Da ocupação de Wall Street. Da retomada da Rocinha. Da não demissão do ministro Lupi. Da construção do Itaquerão. De reality shows. Da lentidão da internet no Brasil. Da TAM que não devolve meu dinheiro. Do meu salário que não sobe. Da falta de educação no trânsito. De quem joga lixo no chão. De quem joga lixo pela janela do carro. De quem joga lixo onde não deve. Do Palmeiras que não ganha nada. Da cara-de-pau dos políticos brasileiros. De saco cheio. Ainda bem que é sexta.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Outro blog

Não vou escrever mais sobre o Borges. Nem menos. Não vou escrever sobre o Borges, ponto.
Isso porque o Borges resolveu virar blogueiro. Pois é. Sujeito boa-praça, uma vida cheia de aventuras, desventuras, pára-lamas amassados, falhas elétricas. Resolveu começar a blogar. Espero que seja divertido, pelo menos. Bom feriado a todos.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Foto instantânea

Se você clicou no link do post anterior deve ter chegado à página da FujiFilm - se os deuses da internet não fizeram algum milagre - com uma apresentação breve e uma foto de uma câmera instantânea. Se você nasceu há menos de 20 anos e não é minha sobrinha provavelmente não sabe o que é isso. Titio explica: filmes instantâneos produzem uma foto segundos após saírem da câmera. São preparadas de modo a se revelar com a luz e uma mistura de produtos químicos sobre um papel fotográfico especial. A foto surge diante de nossos olhos, literalmente. É bacana. Mas é também um produto que quase desapareceu do mapa. Mais conhecido como Polaroid - a única marca que provavelmente fez alguma grana com o formato - desapareceu do mapa há alguns anos quando a própria Polaroid decidiu que o formato não dava mais caldo. A Polaroid normal sai num formato maior do que esse Instax Mini da Fuji, mas o princípio é o mesmo.
A patente do filme foi comprada há alguns anos por um empresário holandês que decidiu continuar a fabricá-lo. A Fuji decidiu igualmente ampliar seu leque de câmeras. Por isso hoje temos as câmeras que usam o filme Instax Mini, como esta daqui:
Ganhei uma igualzinha de minha adorada esposa, mas confesso que estou economizando filme. Não quero sair por aí tirando foto de qualquer coisa, só para ver a imagem aparecer no papel. Mas que dá vontade, isso dá. 
E alguns devem estar se perguntando o que é que eu pretendo fazer com isso? Ora, não joguei minha câmera de filme no lixo (já falei dela aqui, a Pentax P30t), então qual o problema em ter um formato de câmera diferente. É um desafio. Estou matutando sobre que tipo de projeto eu posso colocar em prática com ela. Tem uma ideia aí, rolando pra lá e pra cá, mas por enquanto é só uma ideia. 
Então, viva o moderno. Viva o retrô. Diacho, viva o retrô mudérrno.

Instax mini 50S | Fujifilm Global

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Maceió x João Pessoa

Eu não queria comparar mas, convenhamos, é quase impossível. Quem nunca comparou Paris e Londres, por exemplo? A gente viaja e a gente compara.
Estivemos em Jampa (João Pessoa para os não-iniciados) no ano passado e foi uma ótima viagem. Um tiquinho longa, talvez. Praia é lugar para sete dias, no máximo, e gastamos dez em JP (João Pessoa, se vc começou a ler do meio).
Depois de uma malfadada tentativa de adquirir passagens para Buenos Aires (damn you, TAM), cujo reembolso ainda aguardamos, mudamos o destino para Maceió, desta vez usando milhas que temos sobrando. No fim, foi até bom. Com aquela lambança de vulcão no Chile, até que foi legal a TAM sacanear a gente (Thanks, TAM).
Pausa para uma foto:
Então, essa é a vista do nosso quarto no Tropicalis Hotel. Hotel novo, honesto e bem localizado.
Até aí, tudo muito parecido com JP. Bem, a corrida de táxi foi dez reais mais cara. E Maceió é bem feinha, viu?
Em ambas, hotéis novos, bem localizados e com bom preço.
Como sempre nós fuçamos por conta própria e montamos nossos roteiros, baseados um pouco nos guias e em indicações de um e de outro. Uma dessas indicações resultou numa decepção. Mais sobre isso adiante.

Primeira constatação: as praias urbanas são melhores em JP. Maceió tem coqueiros e mais coqueiros, o que dá uma ótima impressão. Mas a estrutura praieira ficou a desejar. A praia, nos locais onde andamos, pelo menos, estava muito suja, cheia de restos de concreto, madeira, coqueiros já arrancados com raízes e tudo e ainda não removidos e por aí vai. Outra foto?
Devo admitir que, no geral, a paisagem é bonita. Culpa dos coqueiros, eu acho.
Outra constatação que fizemos e que foi se confirmando ao longo de nossa estadia foi que os paraibanos são muito mais simpáticos, muito mais receptivos que os alagoanos. Não sei exatamente a que se deve isso. Cheguei a conjecturar que se trata de um complexo de inferioridade do qual o povo alagoano tenta se livrar, mas na maior parte das vezes simplesmente não consegue.
Tivemos a impressão de que, no que tange às opções de restaurantes e bares para encarar à noite, Maceió está mais bem servida. Repetimos a ida ao Boteco, franquia presente em várias capitais brasileiras, a Federal inclusive. A foto abaixo ilustra bem porque gostamos de ir à praia nas férias. Para ver essas paisagens, que mais parecem saídas de cartões postais e, acreditem, tirei muitas fotos como essa e melhores
do que essa. Falando em fotos, não levei meu canhão desta vez. Não estava nem um pouco a fim de ficar carregando aquele monstro para lá e para cá. Levei a pequena mas notável Canon Powershot A590IS. As fotos foram feitas com a câmera ajustada para prioridade de abertura e 5MP com qualidade em "fine". Mais do que suficientes. 
Passamos a primeira tarde e o primeiro dia zanzando por ali. Alugamos um carro para conseguir chegar nas melhores praias sem ter que nos submeter aos táxis-turismo com guias e tal.
Apesar das infinitas ofertas de aluguéis de veículos "revisados" preferimos contratar com uma conhecida rede de locadoras. Better safe than sorry.
Essa praia da foto aí acima foi a primeira que visitamos. Não tem muita estrutura, mas é bem sossegada e nos lembrou a praia de Coqueirinho, em JP. Essa chama-se Praia de Sonho Verde, no litoral norte, um pouco depois de Paripueira. Como a estrutura dessa praia era limitada, resolvemos almoçar em outro lugar. Depois de passar por Paripueira - e desistir - seguimos uma indicação do guia 4Rodas e fomos à barraca Hibiscus, que fica num condomínio fechado, o Angra de Ypióca. A barraca, mais restaurante que barraca mesmo, oferece ótima estrutura, ambiente muito agradável com chuveiros, banheiros limpos, estacionamento seguro e uma praia excelente. 
Francamente, não tem como errar, certo? O acesso, entretanto, pela AL101 requer uma certa dose de paciência. 



Nesse dia conhecemos um casal do interior de São Paulo, que nos indicou as Dunas de Marapé. Disseram ser um passeio imperdível, e isso e aquilo. Por isso, no dia seguinte, fomos à praia do Gunga, indicada por muita gente e contra-indicada pelo casal. Adoramos. Definitivamente no Top 3 das praias de Maceió. Boa estrutura, ainda que um tanto exploratória, mas o acesso para o litoral sul está bem melhor, apesar das obras de duplicação da pista. Eis a praia do Gunga:
Decidimos que voltaríamos aqui, outro dia. Isso não aconteceu. No dia seguinte, resolvemos ver qual era a das Dunas de Marapé, pois outro casal recomendou o passeio. Depois de errar o caminho e dar uma puta volta, chegamos. O que nos havia sido dito era que o passeio que custa R$ 40,00 por pessoa incluía a travessia do canal de barco e almoço. Uma vez nas dunas, poderíamos aproveitar a praia. Well...A "travessia" nada mais era que um minuto num barco para atravessar um canal que dava para nadar tranquilamente. Enganação. O lugar é muito bonito, pelo valor pago poderíamos ter um passeio de barco pela área, que é de manguezais. Eu ficaria mais satisfeito. Há uma barraca na praia, que não aceita cartões e ainda cobra couvert por causa de um pangaré tocando (mal) um tecladinho. Por pessoa. Já viram cobrar couvert por pessoa? Pois é. De novo, o local é bonito, uma área de preservação ambiental. Só não deu para entender a exploração no lugar. Aliás, não vi as Dunas que dão nome ao lugar. Provavelmente estão escondidas sob a vegetação.

Não cheguei a entrar para valer na água aqui. Dei uma voltinha, tirei umas fotos e fomos almoçar, porque queríamos cair fora dali. O almoço, pelo menos, valeu a pena. Saímos correndo das Dunas de Marapé, tentando salvar o resto do dia.
No dia anterior tínhamos passado por Barra de São Miguel, outro local muito bem recomendado. A princípio não entendemos direito onde as coisas aconteciam e resolvemos dar à cidade outra chance. E ficamos muito felizes por isso, pois São Miguel revelou-se uma ótima pedida. O quebra-mar é próximo da praia, o que a transforma em um belo piscinão. As barras de praia são boas, a estrutura é bacana e nem nos cobraram pelo uso das mesas e cadeiras com guarda-sol. A cidade existe essencialmente como base de veraneio, com muitas casas e pousadas. Fica a dica.
Outra das decepções foi a famosa Praia do Francês. Se querem minha opinião, fiquem com Barra de São Miguel. Mais bacana, mais honesta.
Pulemos para o último dia. Voltamos a explorar o litoral norte. Outra enganação: praia do carro quebrado. Eleita (?) a sexta praia mais bonita do Brasil, tem acesso complicado. Contrata-se um guia na entrada da cidade, atravessa-se um canavial e chega-se ao mirante:
Pequena história estranha: no caminho deparamos com dois carros da PM dando um "bacolejo" em três rapazes. Um dos policiais fez sinal para que esperássemos. O de seus colegas passou a dar chutes num dos rapazes. Nesse momento, nos mandaram passar. Quando estávamos no mirante, com vários outros grupos de turistas, aparecem os dois carros. Os PMs descem, todos armados, de submetralhadoras em punho. Cena estranha e, na nossa opinião, totalmente desnecessária. Saímos logo dali e fomos ver a praia de perto. Deixamos o carro numa pequena propriedade e descemos para a praia. No caminho, uma sujeira sem tamanho, lixo e tudo o mais. Ao apontar para isso, o nosso guia, um jovem de seus 20 anos, esmerou-se para dar uma desculpa, mas concordou que aquilo era péssimo. Na praia, ele nos mostrou as rochas de diferentes colorações, eu tomei um toco de uma onda que me pegou de surpresa e "banhou" a câmera. Ela ainda está funcionando de maneira meio estranha.
Desnecessário dizer que zarpamos daqui assim que pudemos. Parte do "passeio" consistia em utilizarmos a praia de um pequeno hotel, cujo nome me esqueci. Outra pequena surpresa. A praia era ótima. O mar meio violento, mas divertido. Fizemos uso das mesas na praia e o pessoal do hotel nos atendia. Podíamos usar a piscina também, mas com o oceano Atlântico todinho ali, quem liga para piscina, certo?

Este post está verdadeiramente gigante. Vou postar mais algumas fotos e acho que não vou ter paciência para revisar o texto.
Nosso Uno alugado em frente ao Tropicalis.
Bote na praia do Gunga. Ficou bacana essa, apesar do sol chapado.
Ficou show também, não? Estou tão modesto...
Carro Quebrado.

Nosotros na Praia do Francês.
Fui.