quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Sucursal do inferno

Estamos na sucursal do inferno. Minha cidade natal adotada (vim para cá com 14 anos e aqui passei minha adolescência, curti muito, conheci minha cara-metade...) fica na Alta Sorocabana, uma das regiões administrativas do estado de São Paulo. Fica a sudoeste do estado. E é quente. É quente de uma forma que não me lembro ser. Talvez na época em que morei aqui as temperaturas fossem mais baixas. Ou minha resistência fosse maior. A gente leva bons 3 ou 4 dias para aclimatar. E então é hora de ir embora. Chove pouco. Quando chove fica mais quente ainda. Pela manhã fica até agradável. Mas o resto do dia é quente, muito quente.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Alegria de uns...

...tristeza de outros.
No Distrito Federal esta é a época do ano em que chove. Muito. Todos os dias. O dia todo. As primeiras chuvas são recebidas com festa, pois a seca atinge limites quase extremos. Não raro experimentamos umidades em torno de 7%, muito abaixo do considerado tolerável pela OMC.

 Bem, é assim que a cidade fica. Essa foto foi tirada do alto da Torre de TV. A partir de outubro a coisa muda de figura. A cidade, que não tinha o clima atual quando de sua construção, sofre com a falta de infraestrutura para lidar com o excesso de águas. O resultado são alagamentos numa cidade considerada plana. Quem mora aqui sabe que a cidade tem altos e baixos, não é tão plana assim. Dessa forma, imagens como esta tornaram-se comuns, numa cidade que não sabe ainda como lidar com o problema e onde operações como limpeza de bocas-de-lobo são feitas de maneira inadequada, quando são feitas.
Diferentemente do sudeste, no entanto, em Brasília, nesta época do ano, o clima é agradabilíssimo, pois as chuvas constantes efetivamente fazem as temperaturas caírem. Noites com menos de 20ºC não são raras. É mais fácil ver casacos nesta época do ano que no inverno.
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Minha bela Branca, a Yamaha XJ6n mais bonita do mundo, completa hoje 1 ano.

Assim como hoje, o céu está encoberto e acho que só vou conseguir dar uma volta nela no ano que vem. Igualzinho ao ano passado...

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Fotográfico

Por culpa e obra da aquisição de um novo computador estou tendo que lidar com back-ups de (muitos) arquivos velhos. Alguns até jurássicos, já que nosso computador tinha sido comprado em 2005, se não me falha a memória. Ainda funcionava direitinho, mas o emaranhado de fios atrás da mesa ditava que era hora de modernizar a coisa. Primeiro veio a impressora/scanner wi-fi e depois o all-in-one da HP. Posso dizer que a coisa está bem atualizada, com mouse e teclado sem fio e um poderoso processador Intel i5 vPro 3.2Ghz. Anyways, nesse processo de becapeamento (vigi), acabei dando de cara com uma tonelada de fotos antigas, do tempo em que eu só tinha uma conta no fotolog e no fotocoiso (aliás, acho que ainda tenho essa conta). Resolvi, destarte (uau, hein?), postar algumas dessas fotos aqui. Shall we?
Foto tirada num boliche em Rotterdam, onde fomos comemorar um aniversário (não me recordo de quem).
A foto foi tirada com uma Nikon Coolpix 4300 (nossa primeira digital) e os fofuchos pés pertencem a mim,
ao Elard e à Letícia.
Essa foi numa visita a Bruxelas, também tirada com a Nikonzinha. Esse tiozinho estava tocando um blues ali na rua.
Esses "ecotáxis"  aparecem em Roterdã durante o verão. Adicionam um colorido bacana à paisagem. Foto tirada na praça Schouwburg, defronte ao teatro Doelen, pertinho de onde morávamos.

Marcus Miller em ação no Paradiso, em Amsterdã, em 2007. Foto também tirada com a Nikon e uma das poucas
que deu para aproveitar desse show.
Quer ver Paris ainda mais bonita? É só encher de motos. Que visão, hein?
Pausa para uma vista clássica da cidade-luz: a torre Eiffel, dos degraus de Sacre Coeur. Ainda tirada com a Nikon.
Esta foi tirada pela Bia, com a Nikonzinha, em Portugal. Repare na monstrenga no meu colo. É minha velha Canon EOS A2e, com lente Sigma 24-135mm. Essa lente mórreu dias depois, enquanto aguardávamos para entrar no submundo lisboeta. Essa ainda usava filme.
O submundo em questão são as galerias subterrâneas, que ficam alagadas o ano inteiro praticamente e são abertas à visitação pública um único dia por ano. Demos sorte. E demos sorte de ter levado a Nikonzinha, pois a esta altura a A2e já estava fora de combate.
Experimentei aqui uma técnica bacana de fotografar com uso de um scanner e  um pano preto (no caso, uma das abayas da Bia).
Meu velho e bom Toyota Prado V6, assistindo um pôr-do-sol bem próximo de Riade. Foto escaneada.
Acho que está bom por hoje, não? Diga aí se gostou.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Crosstown traffic

Tive que cruzar a cidade de carro hoje, em várias direções. Tive vontade de deixar o carro em algum lugar e voltar a pé. Brasília precisa se livrar do excesso de ônibus, a fim de melhorar as linhas que atendem aos moradores do Plano Piloto e, assim, talvez, forçar as pessoas a deixar os carros em casa. Está ficando impossível.