terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Instax Mini Photo Project

Meu novo projeto está em andamento: Instax Photo Project. Nele, vou fotografar Brasília de alto a baixo
My new project is under way: Instax Photo Project. The idea is to photograph Brasilia from top to
usando esse peculiar formato. Digo peculiar porque as fotos produzidas são do tamanho de um cartão de
bottom in this peculiar format. I say peculiar because it produces credit card-sized photos.
crédito. A câmera é essa aí, a Fuji Instax Mini 50s. Ganhei de Natal da minha melhor metade. A idéia é que
This is the camera, the Fuji Instax Mini 50s. Got it last Xmas from my better half. The plan is to
essas fotos vão, de alguma forma, compor um mural. Não tenho a mais vaga idéia de como vou fazê-lo.Na
compose a mural with the pictures. I have no idea whatsoever how to do it. I have some ideas, in 
verdade tenho algumas idéias, mas elas só serão estudadas com material suficiente à mão. Fotografarei a
fact, but I'll analyse them once I have enough material. I will photograph the city, its buildings, 
cidade, seus prédios, monumentos, pessoas em detalhes e em plano aberto. A câmera não possui zoom, o
monuments, people, in both detail and open plans. The camera does not have a zoom, which makes
que torna a tarefa especialmente mais complicada. Alguns detalhes, por exemplo, ficam longe do alcance e
this task especially more complicated. Some details, for instance, stand too far from reach and it will
 vai ser complicado chegar até eles. A lente é uma Fujinon 60mm.
be difficult to get to them. The lens is a Fujinon 60mm.
No painel traseiro estão os controles de modos de foto (com ou sem flash, flash de preenchimento e
On the rear panel you will find controls for mode (with or without flash, fill-in flash and landscape),
paisagem), o self-timer e um controle adicional para clarear ou escurecer as fotos.
self-timer and an additional control to lighten or darken the photos. 
Ela possui, muito convenientemente, dois botões disparadores, para fotos na horizontal ou na vertical.
It's got two very convenient shutter release buttons, for horizontal or vertical shots.
O bizarro desta câmera é o fato de estar ajustada para ISO800.
What's bizarre about this camera is that it is adjusted to ISO800.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Lembra do Fotolog?

Alguém se lembra do Fotolog? Por algum tempo foi uma boa idéia. Você podia postar fotos e fazer comentários, como num blog. É. Por algum tempo foi bem. Eu consegui selecionar alguns contatos que costumavam postar ótimos trabalhos. Eu mesmo melhorei bastante depois que passei a postar fotos, pra ser sincero.
Mas a coisa começou a ir morro abaixo. Isso foi um pouco antes do aparecimento do Orkut. E uma certa onda negativa já se mostrava no horizonte. Muita gente começou a usar o Fotolog como site de relacionamentos. Era um tal de postar fotos idiotas de gente em poses idiotas em festinhas ainda mais idiotas, que vou te contar. Começou a ficar muito difícil selecionar o que tinha de bom naquela anarquia.
Alguém um dia me recomendou um outro site, chamado Fotothing. Hmm, fui lá ver qual era. Cheio de publicidade, tinha um visual meio poluído, mas achei mais fácil de usar que o Flickr. Convenhamos, navegar em ambientes do Yahoo! é pedir para passar raiva. Nunca me dei bem com o Yahoo!, seja com o,Flickr ou com os e-mails. De vez em quando passo a fazer parte de algum grupo de discussão. Quando vejo, é ambientado no Yahoo! Groups. Aquilo é uma zona. Alguém de lá deveria fazer um curso com o pessoal do Google para aprender a fazer sites com visual limpo.
Mas voltemos ao Fotothing, ou Fotocoiso, como eu prefiro chamá-lo. Nunca fechei minha conta, pois ainda é possível encontrar ótimos trabalhos lá. E o forum ainda sobrevive. Mas os proprietários do site, quem quer que sejam, não parecem muito interessados em mantê-lo. Acho que só não fecharam porque os anúncios do Google devem dar alguma renda. Nesses anos todos não houve uma repaginada, não houve melhorias, o número de usuários estacionou em pouco menos de 200 mil. Sabe-se lá quantos desses ainda usam o site...Para se ter uma idéia, nem botões para Twitter ou Facebook os caras tiveram coragem de colocar.
Mas eu sou insistente, como muitos outros ali. E vou fazer a minha parte. Vou voltar a alimentar minha conta no Fotocoiso.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Ando irritado com o baixo nível de certas traduções que vejo na TV. Tem coisa básica demais acontecendo. Dia desses num filme, um personagem ensinava alguém a pilotar uma moto. Falou "clutch" duas ou três vezes e o tradutor tascou "freio". Freio, gente fina do meu Brasil varonil, é "brake". Clutch nada mais é que a tal da "embreagem". Difícil? Descuido? Ignorância, na minha opinião.
Sem falar nas inúmeras vezes que vi a expressão "shotgun" traduzida como "arma", "espingarda" e outras coisas do gênero. Até aí tudo bem o único problema é o contexto. Quando alguém grita "shotgun", a caminho de um carro, por exemplo, significa que aquela pessoa está dizendo que vai no banco ao lado do motorista. É uma redução da expressão "To ride shotgun". Difícil? Descuido? Ignorância, ela de novo.
Quando achei que nada mais me surpreenderia, ouvi um sujeito falando alguma "cracking" e o tradutor soltou lá um "crocante". O único problema aqui é o desconhecimento total de gíria, que neste caso significa "bacana", "legal", "muito bom". Difícil? Descuido? Igno...ah, you know it.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

2012 e alguns planos

Está em fase inicial de planejamento minha primeira viagem de moto.
Deixa eu esclarecer aqui, antes que se pense que isso é algo banal: tenho poucos sonhos na vida. Viajar de moto é um deles. Sonho com isso desde que comecei a andar de moto.
Quando a idéia surgiu, em algum momento no ano passado, o plano era ir a Rio das Ostras, RJ, para o festival de jazz e blues que já é evento tradicional do calendário cultural daquele estado. Acabou não dando porque minha turma de faculdade combinou de se reunir exatamente nos dias em que eu pretendia viajar. E foi ótimo que aconteceu dessa forma porque, agora que estou colocando os planos no papel, tem muito planejamento envolvido.

Viagem nenhuma é para ser feita assim, de qualquer jeito. Uma viagem de moto é coisa ainda mais séria. Como é minha primeira vez, e há grandes chances de eu ir sozinho, o planejamento tem que ser minucioso. Colocar a bagagem no carro, entrar e dirigir é uma coisa. Fazer a mesma coisa numa moto requer mais cuidado. Se já cansa fazer uma viagem longa, sentado confortavelmente num bom assento, com ar-condicionado e música, imagina no lombo de moto, com o corpo exposto ao vento e ao todo e qualquer solavanco da estrada? Lembrem-se que, numa moto, qualquer movimento do piloto causa algum efeito.
Bem, comecei a planejar todos os detalhes da coisa toda. Quilometragem, estimativa de consumo e de custos, possíveis locais para pernoite, pedágios, etc. Ainda não tenho o equipamento necessário completo, então vai começar por aí, completando a paramentação do piloto e da moto. Tudo tem que ser minuciosamente planejado, a fim de evitar quaisquer imprevistos. Evitar é quase impossível, minimizar, pelo menos. Como bom marinheiro de primeira viagem, pretendo ficar só em rodovias mais movimentadas, o que facilita caso necessite de algum tipo de socorro.
A preparação vai incluir um certo nível de dieta e alguns exercícios. Parece fácil, mas ficar em cima de uma moto por várias horas seguidas não é para qualquer um. Cansa e quando cansa, derruba. Na moto não dá para ficar esticando o braço, fazendo alongamentos, tem que parar mesmo.
Outro ponto importante é a bagagem. Não só não dá para ficar levando a casa nas costas, como a bagagem tem que estar adequadamente colocada na moto, com uma correta distribuição de pesos. Viu? falei que não era simples.
Isso tudo quer dizer que já estou tomando a primeira providência para uma boa e tranquila viagem: planejamento, planejamento e planejamento. Isso, mais atenção, uma boa dose de paciência e responsabilidade. A propósito, o plano inclui agora uma perna extra na viagem: de Rio das Ostras a Pirapozinho, e de lá de volta a Brasília. Falta organizar as férias com meu chefe...
Este post foi escrito assistindo "Live at River Plate" do AC/DC (que platéia, a portenha!).

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

2012: o ano em que tudo vai virar farofa?

Olá. Feliz Ano Novo. 
Não fiz resoluções este ano. Pelo menos não em voz alta. O que faz sentido, caso estejam os maias certos. Resoluções são como planos de longo prazo. Servem para ser alterados, adiados, esquecidos. Tomei decisões silenciosas, pois assim se desistir só ficarei com a consciência pesada. Ou não. Meu corpo anda pedindo algumas coisas, por exemplo. Tem me mandado sinais insistentes. Estou propenso a dar-lhe ouvidos.
Ainda não fizemos grandes planos de férias este ano, mas estou pilhado para ir a Rio das Ostras em junho, de moto. Antes disso, precisaremos dar uma chegada em São Paulo, para um turismo básico e umas compras motociclísticas.
O front laboral não guarda grandes expectativas. Mais do mesmo, provavelmente. Bem verdade que às vezes acho que me falta rumo. Mas estou deixando rolar.
Há várias coisas menores mais prementes. Pequenas arrumações aqui e ali, reforma dos banheiros (essa dá medo). Acho que não vai ser este ano ainda que o Borges vai ser repintado. Isso requer uma grana da qual simplesmente não dá para abrir mão agora.
Viu? Nenhuma resolução, várias incertezas. Vamos deixar rolar.