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Mostrando postagens de Março, 2012

Sampa, day 5

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Uma noite inteira de sono bem dormido, um bom café da manhã e poucos planos para o dia. Saímos em direção à Estação da Luz, para visitar o Parque e o Museu da Língua Portuguesa. Primeiro, o parque:
Na foto acima, o belíssimo - e inacabado - prédio da Pinacoteca, que também fica no Parque da Luz.
Saindo do parque era hora de experimentar o moderno e interativo Museu da Língua Portuguesa, que ocupa o antigo anexo da Administração da Estação da Luz.
O Museu, cuja entrada localiza-se logo ali, naquele cantinho à esquerda na foto, é muito moderno e muito bacana. Vale muito a pena a visita. A Estação da Luz é um espetáculo à parte:
A meticulosa restauração da Estação foi concluída em 2006 e trouxe de volta a glória de todos os componentes importados que fazem desta construção um dos mais magníficos edifícios da capital paulista.
Terminado este passeio, de volta à Vila Madalena para comer a costela no bafo que não conseguimos comer ontem. E olha só isto:
Assada no bafo por 24 horas, é uma e…

Sampa, day 4

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Ontem foi brutal. Pés, pernas e costas em frangalhos nos deixaram de molho. Sexta-feira, jantar no hotel e cama pra recuperar. Manhã de sábado, decidimos pegar leve. Passava de dez da manhã quando chegamos na estação Liberdade do Metrô.
Confesso que esse bairro marcou um certo desapontamento para mim. Esses postes com as lanternas, marca registrada, estão precisando há tempos de uma renovação - pintura, etc. - e isso inclui os portais. As galerais mais se parecem com sucursais do Paraguai, a diferença sendo que os produtos são importados do Japão. Muita coisa bacana, mas muita porcaria também.
Descemos e subimos a Galvão Bueno, deixamos a visita ao Museu da Imigração Japonesa para a próxima, sentamos num restaurante em frente à praça da Liberdade, matamos um ótimo yakissoba e voltamos para o hotel a fim de descansar um pouco e visitar uns amigos mais pro fim da tarde.
À noite fomos para a Vila Madelana. O lugar que queríamos - e vários outros - estavam totalmente tomados. Havia outro…

São Paulo - Arquitetura

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Andar pelos bairros de São Paulo é uma experiência muito bacana. Não raro, parece que estamos em qualquer cidade do interior, com as calçadas estreitas, os prédios antigos, quase deformados depois de inúmeras reformas, nem sempre cuidadosas. Aqui e ali pipocam edifícios de arquitetura rebuscada, alguns em bom estado, outros nem tanto. No centro, edifícios do século XIX, dividem espaço com modernices de fachadas de vidro. Uma coisa é certa: não dá para ficar indiferente.













































































































Sampa, day 3

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O dia hoje foi cheio.

Sampa, day 2

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Sampa nos acordou com um calorão miserável no segundo dia. Hoje resolvemos sair para umas compras pela manhã. Compramos cartão recarregável do Metrô, e lá fomos nós em direção à Estação da Luz, parada final da linha amarela.
Bia mirou a rua José Paulino, onde enfileiram-se dos dois lados lojas e mais lojas de roupas a preços bacanas. Depois de um tempo e centenas de reais, foi a minha vez. Descemos em direção à General Osório, onde adquiri luvas impermeáveis, segunda-pele e sliders (peça que protege a moto em caso de queda). Algumas centenas de reais depois, com as pernas em pandarecos, resolvemos voltar para o hotel e deixar o peso, antes de irmos almoçar. No caminho para a estação, parada para uma foto: O almoço foi num lugarzinho não muito longe do hotel, simples e simpático, barato e com comida bem gostosa. O lugar chama-se Sinhá. Feito isso, metrozão de novo, em direção à Avenida Paulista. Céu feio, ameaçando chuva, descemos na  monstruosa estação Paulista/Consolação, ziguezague…

Sampa, day 1

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Recebi olhares estranhos quando comentei que passaríamos cinco de nossos dez dias de férias em São Paulo. Não dá para entender como há tantos brasileiros por aí que não veem a capital paulista como destino turístico. Há muito o que fazer, muito o que comer, muito o que ver, muito o que andar, conhecer, visitar, comprar, beber... Confesso que o tamanho e a velocidade da cidade ainda me assustam. Não sou chegado a metrópoles. A falta de noção de onde se está, distâncias, como chegar onde, insegurança...Temores naturais quando se está num lugar desconhecido e gigantesco como São Paulo. Não totalmente desconhecido, claro, mas assim mesmo.  O assustador (na aterrissagem), mas simpático Congonhas nos recebeu com um ceuzão azul e poucas nuvens. Calor de 27C (acho que estava mais) e muito abafado. Pegamos alguns trechos de trânsito difícil, mas nem reclamamos, afinal os paulistanos convivem todo santo dia com isso. Nosso hotel fica em Pinheiros, a 500m da estação Faria Lima do Metrô. A Vila …

Segurança X Seguro Obrigatório - Pt. 2

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Apesar do título, o post anterior não atacou como deveria a equação seguro obrigatório = gastos com vítimas de acidentes. Sempre que uma estatística é mencionada, sobretudo pela grande imprensa, sempre me soa como algo direcionado a angaria a antipatia do leitor contra a motocicleta e o motociclista. Por quê? Ora, se só é mencionado que o "sistema público de saúde gasta x milhões por ano com vítimas de acidentes envolvendo motos" falha em informar quanto se arrecada na forma de seguro obrigatório. Para quem não sabe, ilustro: vou pagar, este ano, de seguro obrigatório para meu VW Polo sedan 1.6, que pesa uma tonelada, não tem airbags nem ABS exatos R$ 101,16. Para minha Yamaha XJ-6n, de 600 cilindradas (0.6 para os automobilistas), que pesa em torno de 200kg, exatos R$ 279,27 serão pagos a título de seguro obrigatório. Por quê a diferença? Moto é perigoso. Não, carros não matam. Quando eles fecham uma moto, é culpa da moto, suponho? Não vem ao caso. O que vem ao caso é sabe…