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Mostrando postagens de 2013

Fim de ano, resoluções, revoluções e muito blá, blá, blá

Resoluções? Não, assim como no último ano, não as farei. Let it roll. 2013 foi esquisito, não foi? No trabalho, pelo menos, foi muito esquisito. Meses de stress por falta de recursos, que apareceram todos na última semana. Why, Brasil, why?
A parte boa é que pouco ou quase nada ficou para exercícios anteriores.
Uma semana com família e amigos. Foi muito bom, muito legal, vi muita gente, apesar de ter passado pouco tempo com cada um. Nunca dá certo. O calorão atrapalhou muito. Andar de moto de bermuda naquele calor não é mole. O calor do sol, junto com o calor do motor, tostou minhas pernocas. Mas a viagem de ida e a de volta foi tranquila. Bastante trânsito, mas nada complicado demais.
E o ano que vem, hein? Tenho alguns planos, não são resoluções. Algumas mudanças que quero fazer, mas que preciso abordar com cautela. Bem, hoje à noite passaremos com amigos. Bom vinho (e Cava), boa comida, ótima companhia. E que 2014 seja tudo o que esperamos. Até lá.

Letrinha

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WHAT MAKES YOU CRY (The Proclaimers)


Now I've got a question baby Eu gostaria de saber, meu bem
What makes you cry? O que faz você chorar?
'Cos I haven't seen any water Pois eu não vi uma aguinha sequer
In the corners of your eyes Nos cantos dos seus olhos
For a day, or a week Já faz um dia, uma semana
Or a month, or a year Um mês ou um ano
Haven't seen much of you
Não tenho visto muito você Since you left me my dear Desde que me deixou, querida

Can't you see that I'm hurting Dá para ver que estou magoado
How I'm falling apart E como estou um caco
Don't you care about my drinking Você não liga para minha bebedeira
Or my poor lonely heart Ou para o meu pobre e solitário coração I thought you liked football Eu achei que você gostasse de futebol
You didn't mind those videos Você não ligava para aqueles vídeos
And my dog didn't mean E meu cachorro não tinha intenção
To ruin your clothes (he can't help it) De arruinar suas roupas (ele não consegue evitar)

Now you w…

Aliviando o clima

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Você há de concordar comigo que tem muita porcaria "musical" por aí. Felizmente, nem só de porcarias vive o mercado de música. Se falarmos de mainstream, então...
Mas, vamos ao que interessa. Depois de quatro anos longe dos estúdios, eis que o Pearl Jam volta com disco novo, "Lightning Bolt". Na linha dos últimos trabalhos, LB é coerente, forte quando precisa ser, harmônico e suave quando necessário. Nunca fui muito fã dos grupos de Seattle, exceto o Pearl Jam. Para mim, "Ten" é um dos melhores discos da década de 90, disparado. Ao longo da carreira, o PJ alternou entre punk, grunge e momentos mais...suaves. Sempre há um equilíbrio entre virulência/barulho e suavidade. Ainda ser versão nacional, o cd pode ser encontrado por cerca de R$ 42,00.
Outro bom disco - espero - está para ser lançado e este vem da Irlanda. Imelda May está começando a divulgar seu novo trabalho, "Tribal". As novas canções tem sido apresentadas em aparições ao vivo. Recent…

Velho ranzinza

Estou precisando desopilar. Acho meio chato ficar reclamando de tudo no facebook, afinal, ouvido de ninguém é penico. Juro que faço o máximo que posso para não deixar bobagens do dia a dia me afetar. No entanto, o sentimento de impotência - trazido à tona pelas questões máximas "como eu resolvo isso?", "com quem eu reclamo?", "quem é o responsável por isso?" e outras - faz ferver o sangue e aumentar o batimento cardíaco.
Já falei sobre isto aqui e o assunto continua a me aborrecer. Faixas de propaganda espalhadas por toda parte. Vejam, eu me controlo para não ficar fazendo comparações entre o Brasil e outros países que conheci, mas às vezes é difícil. Porque não é difícil coibir esse tipo de desmando, de "eu faço porque eu posso e porque ninguém fiscaliza", basta disposição e um tiquinho de organização. Aqui, todo e qualquer lugar é lugar para meter uma faixa, colar cartazes, etc. Não sou contra a divulgação de serviços nos semáforos por pessoa…

Jampa 2013

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Férias. Merecidas. Curtas. Deliciosas.
Inicialmente o plano era sair de Brasília, de carro, e ir até Monte Verde, MG, e de lá para Petrópolis e passando na volta por Ouro Preto e Mariana, pois teríamos duas semanas em setembro. Good. O problema foi que tive que ir a Cuba e as férias ficaram prejudicadas. Sobrou uma semana e road trip estava fora de cogitação. Praia, então. Para onde? Bia queria Bahia, mas desistiu da ideia. Floripa ainda estaria muito fria para praia. Aracajú era a melhor possibilidade, mas Bia estava meio "nhé" com a ideia. Finalmente decretei: vamos para João Pessoa de novo.
E assim foi. Vou postar algumas fotos de lá já já. A cidade mudou um pouco em três anos. Muitos edifícios de apartamentos pipocaram principalmente em Cabo Branco e Tambaú, mas também em Intermares, Bessa e, em menor escala, Manaíra. Loteamentos ao longo do litoral também cresceram.
Há um certo boom imobiliário, mas locais falam em bolha. A cidade é subsede na Copa do Mundo, o que pode…

Cuba

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Ao fim e ao cabo de trinta dias intensos na ilha de Fidel, acho que tenho condições de analisar o que vi por lá mais apuradamente.
Passados os primeiros dias quando tudo é novidade, alguns aspectos da vida e dos costumes ficam mais claros, como é de se esperar. A idolatria da Revolução é muito mais imposta que sentida genuinamente. Tive a impressão de que as pessoas sabem que a Revolução foi importante, mas que a esperada liberdade não chegou por completo. Para manter os ideais socialistas o Governo usa de força. Não força bruta, apesar de já ter sido o caso, mas de regras estritas, limitações, racionamentos, etc. Sim, boa parte da situação difícil da ilha é causada pelo embargo, ou o foi em algum momento. O embargo, aliás, parece ser financeiro apenas. Operações bancárias e de cartões de crédito, por exemplo, são complicadas. Já o comércio com países do mundo todo vai de vento em popa. Parece-me que Cuba compra o que der de onde puder, tal a variedade de origens para os produtos ind…

Cuba: day 21

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Right. Domingão de novo. O mar hoje parecia uma piscina, de tão calmo e límpido. Desandei a experimentar a função de foto panorâmica da Lumix e olha que é impressionante. Ainda preciso apurar seu uso, para evitar umas manchas que ela produz, mas as fotos ficam bacanas.
Esta foto abaixo fez sucesso assim que a postei no Facebook. O mar estava uma delícia. Depois dele, demos uma passadinha pela piscina e logo saímos para a cidade, para mais uma rodada.
Este é o Hotel Nacional, o preferido dos mafiosos americanos nos idos dos anos 30-40. Ainda é muito imponente, por dentro e por fora, mas há relatos de que a falta de manutenção e atualização faz-se sentir pelos quartos.
Pelas fotos abaixo pode-se ver a opulência que um dia atraiu os ricos e famosos. E os poderosos. Nos jardins há túneis e remanescentes de baterias instaladas ali durante a crise dos mísseis, nos anos 60. O Salón 1930 era a sala de concertos preferida de Maximo Francisco Repilado Muñoz, a.k.a., Compay Segundo. Aqui, a ho…

Toys or tools?

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Homem é chegado num brinquedinho. Homem gosta de ter coisas que satisfaçam seu lado "macho", talvez por isso homens gostem de ferramentas. Mesmo que não as usem. Mesmo que não saibam como usá-las. Mesmo que não queiram usá-las. Este post é sobre alguns desses brinquedinhos que possuo, mas que são ou pouco mais que brinquedos. São boas e úteis ferramentas. Mas são coisas que comprei mais pela qualidade do produto. Não basta para mim comprar uma multi-ferramenta lá na feira do Paraguai. Essa ferramenta tem que pelo menos ter qualidade. E se for de marca conhecida, tanto melhor. Há bons genéricos chineses, não me entenda mal, mas mostrar um brinquedo desses, ou uma ferramenta, é também uma mostra de que você entende alguma coisa. Vejam o exemplo desta lanterna aí embaixo, uma Led Lenser V2. Vi um anúncio numa revista num voo da Lufthansa e pensei: putz, tenho várias lanternas mas nenhuma realmente decente. As Maglite que tenho ainda são de lâmpadas incandescentes, fracas. Na p…

Cuba: day 12

Por descuido publiquei no blog errado. Clique aqui, pois não vou escrever tudo novamente nem subir todas as fotos.

Cuba: dia 9

Pouca novidade e muito, muito mais trabalho.
No dia do meu 44º aniversário recebi muitas mensagens via Facebook. Tentei respondê-las todas, mas não foi fácil, dado o volume de trabalho que tínhamos.
Passei o dia bem low-profile quanto à data, só revelei à noite, pouco antes de sairmos para jantar. Não queria o auê todo que rola.
Fomos a um lugar chamado La Esperanza, que funciona numa casa de família. O lugar é interessante, aconchegante, parou no tempo nos anos 40/50. O menu oferece excelentes opções. O mojito estava ótimo, apesar de mais fraquinho do que manda a receita. Pedi lagosta com camarões salteados em alho com legumes. Ótima escolha.
Preferia estar celebrando com a Bia, lógico. A saudade foi aplacada com um telefonema um pouco mais cedo,
Fim de noite e cama.

Cuba: dia 8

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Segunda-feira. Normal. Como qualquer outra segunda. Muito trabalho. Muito cansaço.

Cuba: Day 7 - Domingo finalmente

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O dia começou sonolento com o telefone tocando e o colega chamando para um banho de mar matinal. Demorei um pöuco para "pegar"mas finalmente o encontrei no "piscinão" do hotel.
Esse piscinão é de água salgada e tem comunicação constante com o mar, assim que pode-se ver peixinhos, ouriços do mar e a água não é estagnada. O fundo é natural.
Aproveitei a deixa para testar a câmera nova.


Depois disso, café da manhã e rua.
Tomamos um desses ônibus turísticos do tipo "hop-on hop-off", em direção à cidade velha.O trajeto do ônibus é interessante.
Serpenteia por entre bairros mais novos e antigos, passa por locais de interesse como o Cemitério de Colón, a Universidade e a Praça da Revolução, com seu horroroso monumento que, pasmem, não pode ser visitado.


Neste passeio resolvi levar a 400D, só para descobrir mais tarde que ela me deixaria na mão. O ônibus cruza a parte velha da cidade e retorna na direção do Malecón. Descemos no Castillo de la Real Fuerza e a &qu…