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Mostrando postagens de Setembro, 2013

Cuba: day 21

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Right. Domingão de novo. O mar hoje parecia uma piscina, de tão calmo e límpido. Desandei a experimentar a função de foto panorâmica da Lumix e olha que é impressionante. Ainda preciso apurar seu uso, para evitar umas manchas que ela produz, mas as fotos ficam bacanas.
Esta foto abaixo fez sucesso assim que a postei no Facebook. O mar estava uma delícia. Depois dele, demos uma passadinha pela piscina e logo saímos para a cidade, para mais uma rodada.
Este é o Hotel Nacional, o preferido dos mafiosos americanos nos idos dos anos 30-40. Ainda é muito imponente, por dentro e por fora, mas há relatos de que a falta de manutenção e atualização faz-se sentir pelos quartos.
Pelas fotos abaixo pode-se ver a opulência que um dia atraiu os ricos e famosos. E os poderosos. Nos jardins há túneis e remanescentes de baterias instaladas ali durante a crise dos mísseis, nos anos 60. O Salón 1930 era a sala de concertos preferida de Maximo Francisco Repilado Muñoz, a.k.a., Compay Segundo. Aqui, a ho…

Toys or tools?

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Homem é chegado num brinquedinho. Homem gosta de ter coisas que satisfaçam seu lado "macho", talvez por isso homens gostem de ferramentas. Mesmo que não as usem. Mesmo que não saibam como usá-las. Mesmo que não queiram usá-las. Este post é sobre alguns desses brinquedinhos que possuo, mas que são ou pouco mais que brinquedos. São boas e úteis ferramentas. Mas são coisas que comprei mais pela qualidade do produto. Não basta para mim comprar uma multi-ferramenta lá na feira do Paraguai. Essa ferramenta tem que pelo menos ter qualidade. E se for de marca conhecida, tanto melhor. Há bons genéricos chineses, não me entenda mal, mas mostrar um brinquedo desses, ou uma ferramenta, é também uma mostra de que você entende alguma coisa. Vejam o exemplo desta lanterna aí embaixo, uma Led Lenser V2. Vi um anúncio numa revista num voo da Lufthansa e pensei: putz, tenho várias lanternas mas nenhuma realmente decente. As Maglite que tenho ainda são de lâmpadas incandescentes, fracas. Na p…

Cuba: day 12

Por descuido publiquei no blog errado. Clique aqui, pois não vou escrever tudo novamente nem subir todas as fotos.

Cuba: dia 9

Pouca novidade e muito, muito mais trabalho.
No dia do meu 44º aniversário recebi muitas mensagens via Facebook. Tentei respondê-las todas, mas não foi fácil, dado o volume de trabalho que tínhamos.
Passei o dia bem low-profile quanto à data, só revelei à noite, pouco antes de sairmos para jantar. Não queria o auê todo que rola.
Fomos a um lugar chamado La Esperanza, que funciona numa casa de família. O lugar é interessante, aconchegante, parou no tempo nos anos 40/50. O menu oferece excelentes opções. O mojito estava ótimo, apesar de mais fraquinho do que manda a receita. Pedi lagosta com camarões salteados em alho com legumes. Ótima escolha.
Preferia estar celebrando com a Bia, lógico. A saudade foi aplacada com um telefonema um pouco mais cedo,
Fim de noite e cama.

Cuba: dia 8

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Segunda-feira. Normal. Como qualquer outra segunda. Muito trabalho. Muito cansaço.

Cuba: Day 7 - Domingo finalmente

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O dia começou sonolento com o telefone tocando e o colega chamando para um banho de mar matinal. Demorei um pöuco para "pegar"mas finalmente o encontrei no "piscinão" do hotel.
Esse piscinão é de água salgada e tem comunicação constante com o mar, assim que pode-se ver peixinhos, ouriços do mar e a água não é estagnada. O fundo é natural.
Aproveitei a deixa para testar a câmera nova.


Depois disso, café da manhã e rua.
Tomamos um desses ônibus turísticos do tipo "hop-on hop-off", em direção à cidade velha.O trajeto do ônibus é interessante.
Serpenteia por entre bairros mais novos e antigos, passa por locais de interesse como o Cemitério de Colón, a Universidade e a Praça da Revolução, com seu horroroso monumento que, pasmem, não pode ser visitado.


Neste passeio resolvi levar a 400D, só para descobrir mais tarde que ela me deixaria na mão. O ônibus cruza a parte velha da cidade e retorna na direção do Malecón. Descemos no Castillo de la Real Fuerza e a &qu…

Cuba: Days 4,5 and 6

Nada. Trabalho e trabalho.

Cuba: day 3

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Os mojitos de ontem não caíram bem. Aliás, caíram muito mal e foram só dois. Enfim, com tudo desregulado e me sentindo "do avesso" começamos mais um dia. Praticamente sem pausa.
Meu almoço foram uns pedaços de pizza do jantar de ontem. A chuva veio mais tarde e interrompeu os trabalhos por cerca de uma hora.

Ao cabo e ao fim, fomos jantar. Resolvemos experimentar o Rastaurante Gourmet do Meliá Habana, cujo cardápio é de comida oriental. Meu colega pediu arroz frito e eu um chow-mei.
De entrada comemos frango empanado com gergelim, frito e servido com molho de mostarda e mel, primorosamente delicioso.
O simpático serviço é uma constante e, pelo fato de não ter área externa, nada de música ao vivo. Thank God!
Vamos que amanhã tem mais.

Cuba: day 2

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Tempestades diárias. Chuvas fortes que alagam tudo. O segundo dia de trabalho foi bem mais...trabalhoso. E a chuva atrapalhou.
Às duas da tarde saímos para o almoço.
 Na volta precisei passar num estúdio para tirar fotos para uma identidade. A chuva começou a cair enquanto ainda estávamos lá.
E dá-lhe água. Vimos que o H2O celeste não daria trégua e resolvemos voltar para a embaixada assim mesmo. Chegamos ensopados de água e suor. Sim, mesmo com chuva o calor não dá trégua.
Ao chegarmos, descobrimos que não tínhamos mais internet. Esperamos ainda até as seis da tarde, mas nada de internet, que é via satélite aliás.
Nada mais a fazer, fizemos uma parada para mojitos a caminho do hotel. Mais tarde, banho de piscina e pizza de janta. Vambora que depois tem mais.

Cuba: chegada

Pois cá estou. Viagem tranquila e sem sobressaltos. Chegada igualmente tranquila exceto a exagerada demora na liberação da bagagem. Não, não é igual ao Brasil, demorou meeeeesmo.
Após um almoço com colegas da embaixada, ataquei as malas esperando, terminada a tarefa, dar um mergulho no mar. Uma pesada trovoada, como há muito eu não via, caiu sobre a cidade, com chuva e raios. Nada restou a não ser deitar para um cochilo. Das 4 da tarde às 10 da noite. Acordei meio desorientado. A chuva havia passado, mas não deu coragem para fazer outra coisa que não tomar um banho e voltar para a cama. Algumas páginas das Aventuras de Sherlock Holmes e fui tragado pelo sono novamente, mas a noite foi longa porque o sono foi interrompido. Nada demais, pois a temperatura estava muito agradável e o colchão que parecia muito desconfortável, não chegou a atrapalhar.
O hotel é antigo e necessita de uma renovação urgente. Nota-se que é feito o possível para manter tudo funcionando, mas as marcas do tempo e…