sexta-feira, 23 de maio de 2014

Imagina na copa?

Imagina.
Bom, a Copa está chegando. Sou só eu ou há um misto de ansiedade boa e ruim pelo início do torneio? Como assim, boa e ruim? Boa, porque é a Copa do Mundo. Boa porque é no Brasil. Ruim porque tememos que as coisas não andem bem. Já estamos "por aqui" de ver nos jornais, tv e redes sociais protestos, notícias positivas - que soam moldadas muitas das vezes - críticas, gente a favor, gente contra. Chegou a um ponto em que já não me dou ao trabalho de analisar o ponto apresentado e formar opinião. Alea jacta est. Certo?
Só que não. Ainda tem muita coisa para dar errado. É certo que a indignação tem cabimento, afinal a enxurrada de grana foi absurda. Era de se esperar que muito dinheiro tivesse que ser gasto na preparação do evento, que bizarramente vai ser levado para locais distantes como Manaus e Porto Alegre. E por quê Cuiabá e não Campo Grande? Por quê Brasília e não Goiânia? Bem, essa é fácil. Porque é a capital do país, mas aqui reside o maior exemplo de desperdício: o estádio Mané Garrincha. Ficou bacana? Sim, mas poderia ter ficado melhor? Sim, se tivesse ficado menor. Geddit?
Uma torrente de obras, necessárias ou não, varreu as cidades-sede. Muitas dessas obras - quase todas, na verdade - eram obras necessárias, que não precisariam de Copa para serem feitas. Então não me venham com essa de "legado da Copa". Uma coisa eu reconheço: nossos estádios eram uma vergonha. No "País do Futebol', da seleção canarinho pentacampeã mundial, nossos estádios eram, sim, uma vergonha. Mas dava para ter feito com muuuuuito menos dinheiro. O novo estádio do Palmeiras, o Allianz Parque, é prova disso.
Mais uma vá, tá bonito pra dedéu. E sem um puto de dinheiro público.
Então voltando, acho que boa parte da ansiedade reside mais no fato de querermos ver o que vai dar dar errado, ao mesmo tempo torcendo para que nada dê errado. Se nada der errado, o(s) atual (is) governo (s) podem sair ganhando e em outubro, já viu, né?  Mas é quase impossível que nada saia errado. Temos que fazer um mea culpa pois atrasamos obras, gastamos demais, falamos bobagem demais. Corremos um sério risco de passar vergonha e isso a dois anos dos Jogos Olímpicos, cuja preparação, aliás, parece ir de mal a pior.  Então estamos ansiosos por passar vergonha ou passar o mínimo de vergonha possível. Por outro lado estamos ansiosos para que dê tudo certo. O problema que vejo nisso é o ego inflar e acharmos que somos o máximo. Não somos. Bom fim-de-semana a todos.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

On the road again

Esse é o título de uma postagem do VW-Borges. Após algumas reuniões está 99% acertado o roteiro para uma viagem de moto à Serra Gaúcha, em agosto próximo. O trecho ainda em dúvida é o da Estrada da Graciosa, que teve uma queda de barreira recentemente e ainda é uma incógnita.
Um alinhamento de fatores, entre eles minha adorada cara-metade em emprego novo e sem férias até o ano que vem e eu tendo que tirar férias referentes a 2013, fez com que eu pudesse alterar alguns planos e me juntar a dois amigos que já vinham bolando essa viagem. Serão quinze dias, com paradas em Ribeirão Preto, Curitiba, Pomerode, Urubici, São Joaquim, Cambará da Serra, Gramado, Ponta Grossa e São José do Rio Preto. Ao todo, quase cinco mil quilômetros. No caminho duas serras famosas, a da Serpente, entre São Paulo e Paraná e a do Rio do Rastro, em Santa Catarina. As motos usadas serão, além da minha brava Yamaha XJ6n, uma Honda Transalp 700 e uma BMW F800GS. Os relatos da viagem em si serão postados aqui, inicialmente sem fotos, que serão colocadas ao fim da viagem. O relato mais técnico sobre as motos, as estradas, etc., será feito no VW-Borges. O Light Scribblers poderá trazer alguns posts com foco no processo de tirar as fotos, além de material não publicado aqui ou no VW-Borges.
A previsão é de gastar cerca de 220 litros de combustível, cálculo baseado no consumo médio da Branca em estrada, em torno de 22 km/l. Teremos trechos de 50 a 700 quilômetros a serem percorridos por dia. A última perna será a mais longa, de São José do Rio Preto a Brasília, pelas BR 153 e 060, de 719 quilômetros.
A preparação incluirá a aquisição de novos alforjes, pneus e de um conjunto de segunda pele para temperaturas baixas. Estou considerando também uma bolsa interna para o baú, item que facilita sobremaneira o carregar e descarregar de bagagem, que deverá ser feito praticamente todos os dias.
Fiquem ligados.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Jardim Botânico de Brasília

Aproveitar uma manhã agradável no Jardim Botânico de Brasília, se faz assim: comece com um café da manhã,
em seguida, dê umas voltas pelo lugar.










Depois vá para casa, tranquilo e sossegado. Repita quantas vezes quiser, com a máxima frequência.
P.S.: as fotos não estão grande coisa porque foram tiradas com o telefone. Da próxima vez, levo a poderosa.