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Mostrando postagens de Agosto, 2014

Serras do Sul, dia 15: São José do Rio Preto a Brasília

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O último dia guardava a promessa de boas estradas e muita fluidez. Isso nós tivemos, mas uma vez mais nosso inimigo comum foi o vento. Esse danado tornou a viagem extremamente cansativa. Graças às grandes retas da BR 153, que já mostra sinais de sua privatização, foi possível descansar a mão direita. Este acessório, emprestado pelo Cesinha, foi um grande alívio, ainda que seja meio chatinho de usar às vezes:
Ele é preso à manopla de acelerador e, ao se atingir a velocidade desejada, é girado com o indicador até que repouse sobre o manete de freio, travando o acelerador. O ajuste fino é difícil de ser conseguido, mas é suficiente para descansar a mão direita.

Acima, a parada no Jerivolta - Jerivá que fica no sentido Goiânia-Brasília. Primeira para comer no dia e última da viagem.
Chegando no DF, na divisa com Goiás, na BR 060, um atropelamento com morte causou um engarrafamento. O desvio era feito por cerca de 30 metros, em pista de terra (de novo). Quase de volta ao asfalto, vislumbr…

Serras do Sul, dia 14: Ponta Grossa a São José do Rio Preto

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Com a promessa de estradas melhores, começamos o dia com sono, mas com gás.
Entra para aqui e vai para ali e desembocamos na BR153, a Transbrasiliana. Está boa em alguns trechos, mais ou menos em outros. O duro foram certos pedágios: R$ 4,10 e R$ 6 no Paraná. Em SP caiu para R$ 1,75, mas achamos o fim da picada cobrar de motos, que pouco ou nenhum dano causam às vias. À medida que subíamos, aumentava o calor. Chegamos a Rio Preto com um calorão fenomenal. Cesar foi providenciar a troca de óleo da Transalp.
Saímos à noite com um amigo para umas cervejinhas e uns objetos. O bairro de Santa Cruz em Rio Preto está se tornando uma Vila Madalena. Fomos a um local chamado Confraria do Espeto, que recomendo fortemente.
Amanhã etapa final, pela BR153 e depois pela 060. Inté.

Serras do Sul, dia 13: Gramado a Ponta Grossa

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Nada de espetacular para relatar sobre o dia de hoje. Saímos de Gramado (quase) à hora marcada.





Enfiamos a cara e a mão na BR 116, mas o diacho do dia não rendeu. As estradas estavam boas, mas serra atrás de serra e o cansaço foi inevitável e pesado. Chegamos a Ponta Grossa já à noitinha. Demos uma volta tentando achar um lugar legal para comer e acabamos num restaurante bem na frente do hotel - que precisa desesperadamente de uma modernização. Dois chopes Eisenban e um hambúrguer horroroso depois, cama. As fritas salvaram a noite.

Serras do Sul, dia 12: Canela, de leve

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Aliviado por ter resolvido os problemas com a moto ontem, acordei mais tarde.
Só que me toquei de que não aproveitei para trocar - não me lembrei, mais precisamente - o óleo da Branca, que já completara 5.000 quilômetros. Sem problemas. No dia em que cheguei, Michel, recepcionista do Hotel Sky e motociclista, indicou uma oficina aqui em Gramado. Fui até lá e rapidamente a rapaziada trocou o óleo da Branca a R$ 23,00/litro. Agora sim, pronta para a viagem.
Saímos em direção a Canela. Fomos passear no teleférico que tem próximo ao Parque do Caracol, uma enorme e linda cascata. O teleférico permite visualizar a cascata, o vale e as montanhas a partir de três mirantes diferentes. Muito bacana e o passeio custa R$ 32,00.







Almoçamos, batemos um pouco mais de perna por Canela.













À noite, depois do jantar nos reencontramos, e

Serras do Sul, dia 11: Bento Gonçalves e o rescaldo do rali

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O rali de Cambará deixou marcas. Na Branca. Retentor da bengala esquerda estourado e parafuso da capa de corrente perdido. Ontem, na filial da concessionária em Canela só foi possível fazer a regulagem da corrente. O pessoal foi muito prestativo, no entanto, e me ajudou a localizar a peça para troca. A revenda Motolak Yamaha, de Bento Gonçalves tinha uma única unidade do retentor. Assim, às sete e meia, parti para lá. O caminho passa por Nova Petrópolis, Caxias e  Farroupilha.
A nota tétrica do dia ficou por conta de um acidente com a morte de um motociclista. Não deu para entender o que aconteceu, mas preferi não descobrir.
Achar a concessionária foi fácil. O pessoal de lá, a quem quero agradecer: Leonardo, Luís e o mecânico cujo nome começa com J, mas que não me lembro. Vocês são nota 10. Fizeram o trabalho e cuidaram da Branca com o maior carinho, inclusive lavando a bichinha na faixa.
Valeu mesmo, galera. E ainda por cima aceitaram regular e lubrificar correntes da Transalp e da …