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Mostrando postagens de Maio, 2015
­Meu primeiro contato com a língua inglesa foi há 35 anos, se não me falha a memória. Na 5ª série passamos a ter aulas de inglês. A professora, infelizmente, ainda fazia um curso no Yázigi e pelo que me lembro não era boa aluna. Naquele ano, o livro-texto era bem básico, com pequenos textos bem acessíveis. Mas teve uma aula, que me lembro hoje com vergonha alheia, em que ela ensinou a pronunciar e a escrever as letras em inglês. Até aí tudo bem. Até que ela disse: "vamos escrever o nome de cada um em inglês (sic)". O meu, no espírito da aula, saiu assim: Dãbliu-i-él-él-ái-én-dgi-ti-ou-én.  (risos mal contidos). Sim, ela queria ensinar a soletrar, mas acabou nisso. No ano seguinte a coisa ficou pior, porque então a lógica já me indicava o caminho correto nas traduções dos textos dos livros. Assim, "There is a book", de acordo com a profe saía "Ali está um livro", enquanto que para mim já soava como "Há um livro". Bem, minha matéria preferida na …

Um relato e uma micro resenha

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Ando sumido, eu sei, mas acho que meus poucos leitores não se incomodam mais com isso. Tem pouco menos de um mês que postei um poeminha (veja logo aí abaixo), daqueles que aparecem do nada e, se não colocar no papel, desaparece sem deixar vestígios. Nesse meio tempo participei de uma greve de poucos dias. Negociações são sempre complicadas e, quando se tem um grupo heterogêneo como o nosso, com gente de diversas carreiras, gente no Brasil com certas necessidades e anseios, que são diferentes dos daqueles que estão no exterior, a coisa fica ainda mais difícil. Uma votação apertada cujo resultado teve apenas quatro votos de diferença, entre cerca de 400 votantes, foi o suficiente para uma explosão de discussões em uma rede social. Acusações de todos os lados, ofensas, xingamentos. Estou há quase três dias sem acessar minha conta no Facebook, justamente porque esse tipo de coisa me tira do sério e me entristece. Pela falta de união, pela falta de delicadeza, pela grosseria gratuita. No …